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Política

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'O Rio não vai ficar refém de grupos criminosos', diz Eduardo Paes

Prefeito afirmou nesta terça, 28, que 'compete ao poder público, independente do nível de governo, a tarefa de ser implacável contra esses grupos criminosos'

28 out 2025 - 16h30
(atualizado às 21h56)
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RIO - O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, afirmou na tarde desta terça-feira, 28, que "o Rio não vai ficar refém de grupos criminosos" e determinou que os serviços de competência do município continuem em funcionamento em meio ao caos instaurado na cidade pela megaoperação contra traficantes do Comando Vermelho.

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"O Rio de Janeiro não pode, e não vai, ficar refém de grupos criminosos que buscam espalhar medo pelas ruas da nossa cidade. Eu determinei a todos os órgãos municipais que mantivessem o funcionamento normal de suas atividades e auxiliassem a população em caso de necessidade", disse nesta tarde em uma publicação no X.

Segundo Paes, a prefeitura vai agir, no que for de sua competência, para manter o funcionamento dos serviços municipais.

"Compete ao poder público, independente do nível de governo, a tarefa de ser implacável contra esses grupos criminosos que buscam amedrontar a população trabalhadora", afirmou.

Ao menos 64 pessoas, sendo quatro policiais, morreram durante a megaoperação no Rio de Janeiro nos complexos do Alemão e da Penha. A facção reagiu e lançou bombas por meio de drones, o que transformou a região em um cenário de guerra, com reflexos em importantes vias da cidade, como a Avenida Brasil e a Linha Amarela. A operação é a mais letal da história do Estado do Rio de Janeiro.

Ao menos 64 pessoas, entre policiais e criminosos, morreram, mais do que o dobro da segunda ação com o então maior número de mortos registrada em 2021, no Jacarezinho.

Estadão
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