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Política

Moraes brinca com Cármen Lúcia sobre posse no STF: 'Espero que a senhora não esteja arrependida'

Ministros brincaram sobre desenrolar das investigações durante julgamento da tentativa de golpe de Estado

11 set 2025 - 16h08
(atualizado às 17h03)
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Durante uma breve interrupção no voto da ministra Cármen Lúcia, no 5º dia do julgamento da trama golpista, nesta quinta-feira, 11, Alexandre de Moraes se confundiu e a chamou de presidente. Após o equívoco, o ministro recordou que foi a decana que presidiu a cerimônia de sua posse no Supremo Tribunal Federal. 

"Será sempre minha presidente porque foi quem me deu posse em 22 de março de 2017. Espero que não esteja arrependida", afirmou Moraes, que gerou risadas no plenário da Primeira Turma.

Alexandre de Moraes foi indicado para o cargo na Suprema Corte por Michel Temer, em fevereiro de 2017. A vaga foi aberta após o acidente aéreo que vitimou o ministro Teori Zavascki. 

Formado em Direito pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP) em 1990, o magistrado foi promotor de justiça do Ministério Público de São Paulo de 1991 até 2002, quando assumiu o cargo de secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, nomeado pelo governador Geraldo Alckmin.

Já foi secretário municipal de Transportes de São Paulo, na gestão de Gilberto Kassab (de 2007 a 2010), secretário municipal de Serviços (de 2009 a 2010) e secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, na gestão de Geraldo Alckmin.

Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia no julgamento da Ação Penal 2668, na Primeira Turma do STF
Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia no julgamento da Ação Penal 2668, na Primeira Turma do STF
Foto: Reprodução/TV Justiça

O julgamento

Cármen Lúcia é a quarta a votar no julgamento. O placar é de 2 a 1 pela condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Já há maioria para condenar Mauro Cid e Walter Braga Netto por tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito.

Os ministros Alexandre de Moraes, relator do caso, e Flávio Dino votaram pela condenação de todos, em todas as imputações da Procuradoria-Geral da República (PGR).

O ministro Luiz Fux divergiu. Em um extenso voto, com críticas duras à denúncia e ao relatório, o magistrado pediu a condenação de Cid e Braga Netto por tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, absolvendo-os das demais acusações.

Fazem parte do grupo dos réus do núcleo central:

  • Jair Bolsonaro, ex-presidente da República
  • Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil;
  • Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;
  • Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência;
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça;
  • Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
  • Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa
  • Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro
Fonte: Redação Terra
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