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Política

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Lula reconhece 'custo de vida caro', mas destaca 'menor inflação acumulada em 4 anos'

16 set 2026 - 10h51
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Resumo
O presidente Lula admitiu que o custo de vida segue elevado em relação aos salários, mas defendeu o desempenho econômico de seu governo em comparação com a gestão anterior. O petista destacou a menor inflação acumulada em quatro anos, o aumento real do salário mínimo e a maior massa salarial da história. Ele também ressaltou a taxa de desemprego de 5,3% e apontou uma desaceleração no preço dos alimentos, afirmando que foram necessários dois anos e meio para recuperar as políticas públicas do país.

O presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reconheceu nesta quarta-feira, 16, que o custo de vida está caro em relação aos salários recebidos pela população, mas defendeu os resultados econômicos de seu governo. Durante participação no podcast Desce a Letra, o petista citou indicadores de inflação, emprego e renda para argumentar que houve melhora em comparação com a gestão anterior.

"Eu sei que o custo de vida não está barato; eu sei que está caro", afirmou o presidente. "Ainda assim, o custo de vida está caro - mas comparado a quê? Comparado ao salário da pessoa que ganha hoje."

Lula afirmou que seu governo tem "a menor inflação acumulada em quatro anos" e destacou os reajustes do salário mínimo acima da inflação.

Segundo ele, o País também registra a maior massa salarial de sua história. O presidente citou uma taxa de desemprego de 5,3%, que classificou como o melhor resultado histórico do mercado de trabalho.

Ao tratar especificamente dos alimentos, Lula afirmou que a alta de preços em seu governo foi de 13% em quatro anos, ante 56% no período que atribuiu aos adversários.

"Nós pegamos um avião nas alturas", declarou o presidente da República, ao sustentar que sua gestão precisou de dois anos e meio para recuperar estruturas e políticas públicas.

Estadão
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