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Política

Lula diz que Marina é companheira da 'mais extraordinária lealdade ao governo'; veja vídeo

Presidente se negou a responder a perguntas sobre eventuais trocas na Esplanada e o cenário para as eleições de 2026

3 jun 2025 - 14h12
(atualizado às 15h26)
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BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou nesta terça-feira, 3, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, uma semana após ela se retirar de audiência no Senado Federal após um bate-boca com senadores. Segundo Lula, ela é uma "companheira da mais extraordinária lealdade ao governo"

"Marina Silva é uma companheira da mais extraordinária lealdade ao governo. Eu tenho 100% de confiança nela, e é uma companheira que eu sei que tem 100% de confiança em mim. Tudo que ela faz, ela se propõe a discutir comigo", disse.

Lula reafirmou que telefonou para Marina para parabenizá-la pela decisão de se retirar da sessão do Congresso. "Quando terminou as agressões a ela no Senado, eu recebi um vídeo e eu liguei para ela dando os parabéns pela ter se retirado pelas ofensas que fizeram e pela grandeza dela", afirmou Lula.

Lula concedeu entrevista no Palácio do Planalto nesta terça-feira, 3
Lula concedeu entrevista no Palácio do Planalto nesta terça-feira, 3
Foto: Wilton Junior/Estadão / Estadão

Ao ser questionado se o deputado Guilherme Boulos (PSOL-SP) assumiria o lugar de Márcio Macedo na Secretaria-Geral da Presidência da República, Lula desconversou. O presidente disse que troca de ministros na Esplanada é uma "coisa pessoal" e que pode retirar auxiliares do governo "o quanto for necessário".

Lula disse ainda estar "satisfeito" com a equipe atual. "Questão de troca de ministros é uma coisa pessoal minha. Eu tiro o quanto for necessário tirar e ponho quando for necessário pôr. Todo mundo que está aqui foi escolhido por mim, então estou satisfeito. A hora que eu não estiver satisfeito, eu troco", afirmou.

O presidente se negou a responder a perguntas sobre eventuais trocas na Esplanada e o cenário para as eleições no ano que vem. Segundo ele, haverá o momento para "se discutir política".

"Primeiro, não é correto um presidente, em uma entrevista, dizer que vai trocar alguém ou não. Segundo, dizer quem vai ser candidato ou não. Vai ter um momento que a gente vai parar para discutir política", afirmou.

Estadão
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