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Assessor de Temer citado em delação de propina pede demissão

José Yunes é acusado de receber recursos no ano de 2014

14 dez 2016
13h52
atualizado às 14h00
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O assessor do presidente Michel Temer, José Yunes, pediu demissão do cargo nesta quarta-feira (14) após ser acusado por um delator da Odebrecht de receber propina em 2014.

Foto: Marcos Corrêa/ PR

Yunes entregou sua carta de demissão ao presidente no início desta tarde, mas nega ter recebido recursos da empreiteira. Seu nome foi citado pelo ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht, Cláudio Melo Filho.

De acordo com a delação, Yunes teria recebido em seu escritório em São Paulo cerca de R$ 10 milhões repassados ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) durante a campanha eleitoral presidencial de 2014.

Yunes afirma na carta de demissão que não conhece o delator e que as afirmações são "fantasiosas". "A decisão de se demitir foi tomada para preservar minha dignidade e manter acesa a chama cívica que me faz acreditar no imensos potenciais de meu País", escreveu.

Com a saída de Yunes, Temer perde mais um homem de sua confiança no Planalto. Recentemente, Geddel Vieira Lima pediu demissão da Secretaria de Governo.

Fonte: ANSA
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