Script = https://s1.trrsf.com/update-1789154714/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Política

Publicidade

Flávio chama reajuste do Bolsa Família de 'merreca': 15%? Só isso? Não tem vergonha?

17 set 2026 - 20h45
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) criticou o reajuste de 15% concedido pelo governo Lula ao Bolsa Família, classificando o acréscimo como uma "merreca" e tentativa de compra de votos que logo será corroída pela inflação. Ele contrapôs os gastos governamentais com viagens aos recursos sociais e lembrou a ampliação do benefício na gestão de Jair Bolsonaro. Flávio prometeu manter o programa e o reajuste caso seja eleito, focando sua campanha nas críticas ao atual cenário econômico.

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) criticou nesta quinta-feira, 17, a dimensão do reajuste de 15% dado pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Bolsa Família. Segundo o senador, trata-se de uma "merreca", um ato de "desespero" do petista e uma tentativa de compra de votos.

"Lula, é esta cartada que você tem? Dar 15% de reajuste no Bolsa Família? Só isso? Essa merreca? Não tem vergonha na cara? Está achando que vai comprar o voto do pobre dando mais R$ 90 para o pobre? Acha que R$ 90 dará vida melhor para pobre? Deixa de ser cara de pau, Lula. Está dando migalha, miséria para quem recebe Bolsa Família", declarou, durante transmissão semanal em seu canal no YouTube.

Flávio disse que Lula se tornou um "homem rico", que anda com relógios caros e gasta com viagens com a primeira-dama, Janja da Silva. "Para passear pelo mundo, ele gasta R$ 7 bilhões e para ajudar os pobres, ele gasta R$ 5 bilhões."

Flávio reafirmou que, se eleito, manterá o programa: "Comigo, está garantido o Bolsa Família. Vou manter esse reajuste, mas vou fazer muito mais que isso", falou. O candidato ainda mencionou um cenário de prejuízo nas estatais e alta de preços. "Daqui a seis meses, os R$ 90 foram engolidos pela inflação, não valem mais nada."

Como mostrou o Broadcast Político, uma das estratégias da campanha de Flávio será criticar o reajuste ao Bolsa Família pelo viés econômico, de que não adianta conceder o aumento se há um cenário de contas públicas desajustadas, juro alto e carestia dos alimentos.

Flávio ainda lembrou que o governo de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), deu um aumento de R$ 400 para R$ 600 ao então Auxílio Brasil.

Estadão
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra