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Política

'Factoide', diz Carlos sobre pen drive apreendido pela PF no banheiro da casa de Bolsonaro

Corporação considera conteúdo de dispositivo irrelevante para as investigações e deve focar no celular do ex-presidente

21 jul 2025 - 12h48
(atualizado às 12h56)
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Após a perícia preliminar da Polícia Federal (PF) no pen drive encontrado no banheiro da residência de Jair Bolsonaro (PL), o vereador do Rio e filho do ex-presidente Carlos Bolsonaro (PL) afirmou na manhã desta segunda-feira, 21, que se tratava de um "factoide" fabricado.

O pen drive foi encontrado no banheiro de Bolsonaro durante busca e apreensão na última sexta-feira, 18. Na perícia preliminar, a PF considerou seu conteúdo irrelevante para as investigações.

Carlos Bolsonaro diz que pen drive apreendido na casa de Jair Bolsonaro é um 'factoide fabricado'
Carlos Bolsonaro diz que pen drive apreendido na casa de Jair Bolsonaro é um 'factoide fabricado'
Foto: Wilton Junior/Estadão / Estadão

Em seu perfil no X (antigo Twitter), Carlos criticou a operação da PF e afirmou que o ruído das notícias divulgadas a respeito do pen drive foi "meticulosamente calculado" e "tratado pela velha imprensa como se fosse a chave de um golpe imaginário e suas profundas e escorregadias derivações".

O vereador se refere ao processo em que Jair Bolsonaro é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Para Carlos, a apreensão do pen drive faz parte de uma "narrativa previamente plantada" com o intuito de "nutrir o imaginário popular com enredos fantasiosos".

A PF ainda não produziu um relatório sobre os detalhes do conteúdo do pen drive, mas essa análise inicial feita pelos investigadores descartou a importância do item para a investigação.

Bolsonaro havia dito, em entrevista após a ação da PF, desconhecer o pen drive e chegou a insinuar que o item poderia ter sido plantado pelos agentes da Polícia Federal. O cumprimento das buscas, entretanto, foi filmado por câmeras corporais dos agentes.

Agora, a PF deve analisar com mais profundidade o conteúdo do aparelho celular do ex-presidente, que também foi apreendido na ação.

Um dos focos vai ser analisar os diálogos dele com seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), para verificar se houve alguma orientação do ex-presidente em relação às ações nos Estados Unidos para pressionar o governo de Donald Trump a impor sanções ao Brasil por causa do julgamento da ação da tentativa de golpe.

Não há prazo, porém, para que essa análise seja concluída.

Estadão
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