Script = https://s1.trrsf.com/update-1789154714/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Política

Publicidade

'Eleição será de 51% a 49%, só não sabemos para quem', diz André Esteves do BTG Pactual

O sócio-fundador do banco de investimentos avalia que disputa terá margem estreita e que é difícil que se resolva no primeiro turno

14 set 2026 - 13h13
(atualizado às 14h21)
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
O chairman do BTG Pactual, André Esteves, afirmou que a disputa presidencial caminha para um segundo turno acirrado, prevendo um desfecho de 51% a 49% em cenário de empate técnico. Em evento em São Paulo, o banqueiro considerou improvável uma definição no primeiro turno e destacou que a abstenção, influenciada pelas disputas estaduais, afetará o resultado. Ele pontuou ainda que o mercado tende a votar ligeiramente mais à direita, mas reforçou o equilíbrio e a margem estreita da corrida.

SÃO PAULO - O chairman e sócio-fundador do BTG Pactual, André Esteves, afirmou nesta segunda-feira, 14, que a disputa presidencial deve ser definida por margem estreita, em um cenário de empate técnico, e estimou que o segundo turno tende a terminar em 51% a 49%.

"Acho que a eleição será de 51% a 49% - só não sabemos para quem, porque a disputa é muito competitiva. Também considero estatisticamente muito difícil que ela se resolva para um lado ou para o outro já no primeiro turno", disse, durante participação no Seminário Brasil Hoje, do Esfera Brasil, em São Paulo.

O presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) dominam as pesquisas de intenção de votos.
O presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) dominam as pesquisas de intenção de votos.
Foto: Pedro Kirilos/Wilton Junior/Estadão / Estadão

Segundo Esteves, uma série de fatores pode influenciar o resultado, como o número de eleições estaduais decididas no primeiro turno, o que pode afetar o nível de abstenção nos Estados e, por consequência, a dinâmica do segundo turno.

Na leitura do banqueiro, o voto mais provável no mercado, como se costuma chamar, está ligeiramente favorável à direita, padrão que, segundo ele, se repetiu nas últimas três eleições no Brasil. Ainda assim, destacou que o retrato atual é de equilíbrio e que o desfecho deve se dar por diferença pequena.

Estadão
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra