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Política

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Cavaliere exalta parceria do Rio com Lula e diz que Paes pode reconstruir o Estado

22 ago 2026 - 12h46
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Resumo
Em evento de campanha de Lula no Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Cavaliere exaltou os avanços municipais gerados pela parceria com o governo federal, como melhorias no BRT, na saúde e na educação. Cavaliere também defendeu o ex-prefeito Eduardo Paes como o único capaz de reconstruir o Estado, que vive um cenário de instabilidade política sob o comando interino do desembargador Ricardo Couto, enquanto o STF define como será a eleição para o mandato-tampão após a renúncia de Cláudio Castro.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere (PSD), destacou que a aliança com o governo federal no mandato de Luiz Inácio Lula da Silva tem garantido "inúmeros avanços ao município" construídos desde a gestão de Eduardo Paes, de quem foi vice. Cavaliere participa do ato de lançamento da campanha do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva, no Estádio Moça Bonita, em Bangu, na Zona Oeste.

Entre as melhorias citadas por Cavaliere estão os investimentos no sistema de transporte rápido (BRT) e a municipalização de cinco hospitais federais. O prefeito também defendeu a importância de programas como o Pé-de-Meia, voltado à permanência escolar, e a retomada da Farmácia Popular. Para o prefeito do Rio, a escolha do local de lançamento da campanha reforça a ligação do presidente Lula com a luta dos trabalhadores e a democracia. "Esse estádio foi fundado por operários e recebeu a seleção brasileira treinada por João Saldanha. Jamais o tempo vai apagar quem escolhe o lado certo da história", declarou.

Ao exaltar Eduardo Paes, Cavaliere afirmou que o ex-prefeito é o "único nome capaz de reconstruir o Estado".

Atualmente, o desembargador Ricardo Couto ocupa a cadeira de governador, enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) decide sobre um mandato-tampão até o fim deste ano. A Corte analisa duas ações que definirão se o governador deve ser escolhido pelo voto popular ou pelos deputados estaduais. O tema estava previsto para a sessão do último dia 19, mas foi retirado da pauta.

Couto chegou ao posto depois que o então governador Cláudio Castro renunciou ao cargo, em março, e o cargo de vice também ficou vago, já que Thiago Pampolha (MDB) deixou o posto no ano passado. O próximo na linha sucessória seria o deputado estadual Rodrigo Bacellar, então presidente da Alerj, mas ele foi cassado na mesma ação de Castro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Estadão
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