Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Política

Caso Master e do INSS começaram em governo que não detectava corrupção, diz ministro da CGU

12 fev 2026 - 09h02
Compartilhar
Exibir comentários

CGU/Carvalho: Caso Master e do INSS começaram em governo que não detectava corrupção -

O ministro da Controladoria Geral da União, Vinicius de Carvalho, afirmou nesta quinta-feira que os casos das fraudes do banco Master e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começaram em governos que não detectavam corrupção. Ele participa do programa "Bom dia, ministro", da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Durante a entrevista, Carvalho fez uma comparação do combate à corrupção a uma cidade que tem ou não um aparelho de ressonância magnética. Ou seja, uma cidade que tem esse equipamento, combate o câncer e tem índice de pessoas com a doença. Quem não tem, não investiga e afirma não haver doentes.

"O governo do presidente Lula é o governo em que tem ressonância magnética, é o governo em que as pessoas podem ter certeza que a CGU faz o seu trabalho, a Polícia Federal faz o seu trabalho, a receita federal faz o seu trabalho e todos os órgãos responsáveis por controle, fiscalização e investigação fazem o seu trabalho", disse.

Ele afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não politiza o tema da corrupção. Para ele, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) citava muito o tema, mas não fazia nada sobre.

"É melhor um presidente que não politiza o tema da corrupção, como o presidente Lula não politiza e deixa as instituições trabalharem, do que um presidente que fala de corrupção todo dia como a gente tinha no Brasil e não fazia nada, não enfrentava o tema na verdade", completou.

O ministro citou aspectos de uma pesquisa da OCDE em que os brasileiros têm mais confiança no setor público e no combate à corrupção. Ele criticou, porém, índices que contabilizam apenas a percepção de corrupção, que teria crescido em outra pesquisa.

"Se o índice ao detectar uma percepção pior da população sobre corrupção está detectando que na verdade isso está acontecendo por conta desses casos que estão sendo descobertos, o índice tem que ser discutido, tem que ser debatido, porque o índice pode premiar a cidade que não tem ressonância magnética e qual é o sentido disso, qual é a utilidade disso", disse.

Estadão
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade