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Política

Carla Zambelli deve passar por audiência de custódia nesta sexta; veja

Presa desde terça-feira, 29, deputada deve depor à Justiça da Itália; extradição da parlamentar pode se estender de um ano e meio a dois anos

1 ago 2025 - 09h33
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Presa em Roma, capital da Itália, a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) deve passar por audiência de custódia nesta sexta-feira, 1º. Após ser condenada a dez anos de prisão por coordenar uma invasão hacker aos sistemas do Poder Judiciário, a parlamentar fugiu do País. Ela foi detida na terça-feira, 29 de julho.

Na audiência desta sexta, a parlamentar será interrogada se prefere voltar ao Brasil ou passar por um processo de extradição. Caso opte pela segunda opção, o juiz deverá decidir se ela ficará presa ou terá medidas cautelares enquanto aguarda o resultado do processo. É a primeira etapa de um procedimento que pode se estender de um ano e meio a dois anos até ser concluído, como mostrou o Estadão.

Dentre as medidas cautelares que podem ser impostas a Zambelli, estão a prisão domiciliar, a continuidade no presídio feminino de Rebibbia ou a possibilidade de seguir em liberdade enquanto prossegue o processo de extradição. A Advocacia-Geral da União (AGU) já foi notificada para tomar providências no trâmite de extradição.

A defesa da deputada já afirmou que ela deseja permanecer no país e não deve escolher voltar ao Brasil por conta própria. "A Carla busca a não extradição e, obviamente, ser julgada com imparcialidade e justiça", afirmou o advogado Fábio Pagnozzi, que representa a deputada federal, em vídeo publicado no Instagram.

Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por ter pedido a um hacker a invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para emitir um mandado de prisão falso contra o ministro Alexandre de Moraes. A sentença também determina a perda do cargo na Câmara.

Zambelli também é ré por empunhar uma arma contra um homem na véspera do segundo turno da eleição presidencial de 2022. O julgamento por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal está pausado por um pedido de vista do ministro Kassio Nunes Marques, mas já há maioria entre os ministros para condená-la.

Estadão
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