Bolsonaro soluçou por 36 horas seguidas e precisou aumentar dose de remédios, aponta relatório
O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou um episódio de soluço (singulto) contínuo com duração aproximada de 36 horas, segundo relatório médico desta sexta-feira, 17.
O documento, assinado pelo médico Brasil Ramos Caiado, afirma que houve necessidade de doses extras de medicações, com resposta considerada satisfatória.
Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar humanitária desde 27 de março de 2026, quando deixou o hospital após tratar um quadro de broncopneumonia.
De acordo com o relatório, o ex-presidente vinha apresentando quadro estável nas semanas anteriores. Há três dias, porém, passou a apresentar recorrência "forte e prolongada" de soluço. Por isso, foi necessário o reforço temporário no tratamento medicamentoso, segundo o documento.
O boletim aponta que Bolsonaro está estável do ponto de vista hemodinâmico - ou seja, sem alterações na circulação sanguínea -, respiratório e cardiológico.
Ainda assim, o texto registra a persistência de efeitos colaterais ligados aos remédios. Entre eles, instabilidade crônica do equilíbrio corporal e sonolência.
O paciente segue em dieta rigorosa, fisioterapia e exercícios regulares, além de medidas preventivas voltadas a reduzir o risco de quedas e de refluxo.
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