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Política

Após rejeição, Messias agradece manifestações de apoio de André Mendonça e Gilmar Mendes

30 abr 2026 - 17h30
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O advogado-geral da União, Jorge Messias, agradeceu nesta quinta-feira, 30, manifestações de apoio que recebeu de dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) após ser rejeitado no Senado para ocupar vaga na Corte.

Em publicações no X (ex-Twitter), ele afirmou que receber o apoio de André Mendonça durante os meses que antecederam a sabatina "foi uma das maiores honras de sua vida". Também agradeceu Gilmar Mendes pelas "palavras afetuosas" que recebeu do decano do STF.

"Sua postura reflete integridade, bondade e coerência, servindo como uma fonte de inspiração para toda uma geração de magistrados. Que Deus o abençoe abundantemente por sua firmeza em manter os ensinamentos do evangelho de Jesus Cristo", diz a publicação em que o AGU se refere a Mendonça como "irmão".

Durante a sabatina a que foi submetido na Comissão de Constituição e Justiça do Senado antes da votação em plenário, Messias elogiou André Mendonça e se referiu a ele como "o melhor ministro do STF".

Na quarta-feira, 29, Mendonça manifestou apoio ao AGU depois que o Senado rejeitou sua indicação à Suprema Corte brasileira por 42 votos a 34. "O Brasil perde a oportunidade de ter um grande ministro do Supremo. Messias é um homem de caráter, íntegro e que preenche os requisitos constitucionais para ser ministro do STF", disse.

O decano da Corte, ministro Gilmar Mendes, também teceu elogios ao indicado de Lula ao STF, afirmando que "o Brasil ganha em tê-lo onde estiver". "Trata-se de um dos maiores juristas da história recente do Brasil, cuja trajetória, marcada por dignidade, retidão e dedicação ao serviço público, fala por si", declarou.

A Gilmar, Messias agradeceu as "palavras afetuosas" e afirmou que elas o inspiram a "prosseguir em seu compromisso com o sistema de justiça do País".

Como mostrou o Estadão, o governo avalia que uma ala do STF, composta pelos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino, se uniu ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para barrar Jorge Messias na Corte. Os dois negam que tenham participado desse movimento.

O raciocínio do Planalto é que, ao se aliar a André Mendonça para conquistar votos de senadores bolsonaristas, Messias desagradou o grupo que tem se posicionado contra as decisões do magistrado no tribunal.

Estadão
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