Operação investiga grupo suspeito de simular ações policiais para cometer crimes em Paulista
A Polícia Civil deflagrou a operação Chave Forçada e cumpriu cinco mandados de busca e apreensão domiciliar no Recife e em Olinda, na Região Metropolitana.
A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou a operação Chave Forçada para desarticular um grupo suspeito de simular ações policiais para cometer roubos, furtos e extorsões em Paulista. Foram cumpridos cinco mandados de busca no Recife e em Olinda, com apreensão de armas, munições e balanças de precisão. A quadrilha usava dados sensíveis e documentos falsos para aplicar os golpes. Coordenada pelo GOE e pelo DRACCO, a investigação apura ainda apoio telemático, violação de sigilo e a divisão de tarefas.
Uma associação criminosa suspeita de simular operações policiais para praticar extorsões, roubos e furtos é alvo de uma investigação da Polícia Civil de Pernambuco. Na manhã desta quinta-feira, 5 de novembro, a corporação deflagrou a operação Chave Forçada e cumpriu cinco mandados de busca e apreensão domiciliar no Recife e em Olinda, na Região Metropolitana.
As investigações tiveram início em março de 2026 e buscam identificar os integrantes e desarticular o grupo. Além dos crimes patrimoniais, os suspeitos são investigados por possível violação de sigilo profissional e uso de documentos falsos.
Segundo a Polícia Civil, as práticas investigadas teriam ocorrido no município de Paulista, também na Região Metropolitana do Recife. Os integrantes da associação criminosa são suspeitos de utilizar indevidamente dados sensíveis, supostos mandados judiciais e documentos oficiais para simular atuações policiais e cometer os delitos.
As apurações também identificaram indícios de apoio financeiro e telemático à organização, além de uma possível divisão de tarefas entre os envolvidos.
Armas e munições são apreendidas durante operação
Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam pistolas, munições e três balanças de precisão. As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Paulista.
A operação foi coordenada pelo Grupo de Operações Especiais (GOE), ligado ao Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO). A investigação também conta com o apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil (DINTEL) e da Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco.
A Polícia Civil não informou quantas pessoas são investigadas nem se houve prisões durante a operação.
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