3 eventos ao vivo

General que comandou intervenção no Rio é convidado para assumir Casa Civil, diz fonte

12 fev 2020
15h38
  • separator
  • 0
  • comentários
  • separator

O general Walter Braga Netto, que comandou a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro no final do governo Michel Temer, foi convidado pelo presidente Jair Bolsonaro para assumir a Casa Civil da Presidência da República, disse à Reuters nesta quarta-feira uma fonte de alto escalão do governo.

General Walter Braga Netto durante entrevista coletiva no Rio de Janeiro
27/02/2018 REUTERS/Pilar Olivares
General Walter Braga Netto durante entrevista coletiva no Rio de Janeiro 27/02/2018 REUTERS/Pilar Olivares
Foto: Reuters

O atual titular da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, segundo essa fonte, pode ser deslocado para o comando do Ministério da Cidadania, cujo titular atual é Osmar Terra.

O convite de Bolsonaro a Braga Netto já havia sido noticiado por outros meios de imprensa e foi confirmado pela Reuters.

Bolsonaro recentemente desidratou as atribuições da Casa Civil sob o comando de Onyx, após demitir um auxiliar direto do ministro por causa do uso de aeronaves oficiais quando ele ocupava a pasta interinamente.

Na semana passada, Bolsonaro disse que ministros que usassem os cargos com fins eleitorais receberiam um "cartão vermelho" e, ao ser indagado se Onyx usava o cargo com vistas a uma candidatura ao governo do Rio Grande do Sul, disse que era um caso a ser estudado.

Se aceitar o convite, Braga Netto se juntará a outros militares no primeiro escalão do governo Bolsonaro, que é capitão do Exército na reserva.

São generais o vice-presidente Hamilton Mourão, o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, e o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos.

O governo conta ainda com Tarcísio Freitas, ministro da Infraestrutura e também capitão do Exército na reserva, e com Bento Albuquerque, titular de Minas e Energia e almirante da Marinha.

Veja também:

Senadora Simone Tebet (MDB-MS) defende representatividade mínima de 30% de mulheres na direção dos partidos
Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
  • separator
  • 0
  • comentários
publicidade