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Empresária suspeita de agredir empregada doméstica grávida chega algemada a São Luís após prisão no PI

Carolina Sthela Ferreira dos Anjos é investigada por agredir mulher de 19 anos; policial militar apontado como comparsa também foi preso

7 mai 2026 - 21h55
(atualizado às 23h00)
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Empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos chega a São Luís algemada.
Empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos chega a São Luís algemada.
Foto: Reprodução/ASCOMPC/MA

Investigada por agredir e ameaçar uma empregada doméstica de 19 anos, grávida de seis meses, a empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos chegou algemada a São Luís nesta quinta-feira, 7, após ser presa em Teresina, no Piauí.

A suspeita foi conduzida por agentes da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC) e submetida aos procedimentos legais cabíveis no Maranhão.

Empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos chega a São Luís algemada.
Empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos chega a São Luís algemada.
Foto: ASCOMPC/MA

De acordo com as investigações, o crime teria ocorrido no dia 17 de abril, no município de Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís. A suspeita teria acusado a jovem de furtar uma joia e, a partir disso, a vítima teria sido torturada e ameaçada com a participação de um amigo da investigada, o policial militar Michael Bruno Lopes Santos.

Os dois negam as agressões. Em depoimento, a empresária não confirmou que os áudios divulgados com supostas confissões sejam de sua autoria. Segundo a Polícia Civil, ela solicitou que o material passe por perícia. Já o PM negou, durante oitiva, ter agredido a vítima.

Após as agressões, a jovem foi socorrida por conhecidos e levada à Delegacia Especial da Mulher de São Luís, onde registrou ocorrência. Em seguida, ela passou por exame de corpo de delito, que confirmou as lesões.

Durante o avanço das investigações, policiais também cumpriram mandado de busca e apreensão na residência da investigada. Imagens de câmeras de segurança instaladas no imóvel foram recolhidas e devem auxiliar no esclarecimento dos fatos.

O policial suspeito de participar das agressões também foi alvo de mandado de prisão cumprido nesta quinta-feira. Por ser policial militar, ele deverá responder a procedimento instaurado pela Corregedoria da PMMA, responsável por apurar a conduta e eventual responsabilidade no caso.

Os detalhes da operação foram apresentados em entrevista coletiva realizada na sede da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), com a presença da secretária de Segurança Pública, coronel Augusta Andrade, do subsecretário Ederson Martins, do delegado-geral da Polícia Civil, Augusto Barros Neto, e do comandante-geral da PMMA, coronel Wallace Amorim.

Fonte: Portal Terra
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