Universidade oferece atendimento fisioterapêutico gratuito para mulheres com cólica menstrual
A iniciativa é destinada a mulheres entre 18 e 30 anos que apresentam sintomas compatíveis com a dismenorreia primária, condição caracterizada pela dor menstrual.
O Centro Universitário Frassinetti do Recife oferece atendimentos fisioterapêuticos gratuitos nos dias 22 e 29 de outubro para mulheres de 18 a 30 anos com cólicas menstruais. Conduzida pelo curso de Fisioterapia da UniFAFIRE, a iniciativa inclui triagem, orientações de autocuidado e sessões de alívio da dor com estimulação elétrica (TENS). O projeto também identifica sinais de alterações ginecológicas mais graves, como a endometriose, para encaminhar as participantes a investigações médicas.
Mulheres que convivem com cólicas menstruais poderão participar de uma atividade gratuita de avaliação e orientação em saúde promovida pelo Centro Universitário Frassinetti do Recife (UniFAFIRE). Os atendimentos serão realizados nos dias 22 e 29 de outubro, das 8h às 11h, no Laboratório de Práticas de Saúde, localizado no térreo da instituição.
A iniciativa é destinada a mulheres entre 18 e 30 anos que apresentam sintomas compatíveis com a dismenorreia primária, condição caracterizada pela dor menstrual sem associação a uma doença pélvica identificável. A programação será conduzida por profissionais e estudantes do curso de Fisioterapia, sob supervisão da professora Renata Soraya Coutinho.
Como serão os atendimentos gratuitos?
Durante a atividade, as participantes passarão por triagem e avaliação fisioterapêutica. Também receberão orientações sobre estratégias para lidar com a dor menstrual e cuidados que podem contribuir para o bem-estar durante o período.
A programação inclui ainda sessões de estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS), técnica conhecida por utilizar impulsos elétricos de baixa intensidade aplicados sobre a pele para auxiliar no alívio da dor.
O atendimento busca ampliar o acesso a informações sobre a saúde feminina e oferecer orientações individualizadas, considerando os sintomas relatados por cada participante. A proposta também pretende incentivar o reconhecimento dos sinais que merecem atenção e a busca por assistência de saúde quando necessário.
Atividade também orienta sobre possíveis alterações ginecológicas
Além do atendimento voltado ao alívio da dor, a iniciativa prevê a identificação de sinais que possam indicar a necessidade de investigação médica. Caso a avaliação aponte suspeita de dismenorreia secundária, as participantes serão orientadas a procurar acompanhamento para esclarecer a origem dos sintomas.
Diferentemente da dismenorreia primária, a dismenorreia secundária pode estar relacionada a condições ginecológicas, como a endometriose, entre outras alterações. Por isso, a avaliação dos sintomas é importante para orientar os próximos passos do cuidado.
A ação integra as atividades de extensão universitária do UniFAFIRE e reúne ensino, pesquisa e atendimento à comunidade. A experiência também permite que estudantes de Fisioterapia participem de práticas supervisionadas de assistência e educação em saúde.
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