'Perdi meu companheiro de vida', diz viúva de motorista de app morto em ataque a delator do PCC
Viúva de Celso Novais relata dificuldades após a morte do marido em ataque que também vitimou Antônio Vinicius Gritzbach
A execução do delator do Primeiro Comando da Capital (PCC) Antônio Vinicius Gritzbach, ocorrida em novembro de 2024 no Aeroporto Internacional de Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, mudou em definitivo também a história da família do motorista de aplicativo Celso Araújo Sampaio de Novais, de 41 anos, que morreu após ser alvejado dentro do terminal.
"Perdi meu companheiro de vida, a pessoa que estava do meu lado, que segurava as pontas e fazia tudo por nós", disse a agente de saúde Simone Dionízio Fernandes Novais, viúva do motorista de aplicativo. Além dela, Celso deixou três filhos, hoje com 22, 15 e 5 anos.
Nesta segunda-feira, 22, começou o julgamento dos três policiais militares acusados pelo atentado, que, além de dois mortos, ainda feriu outras duas pessoas no aeroporto. Simone foi a terceira a prestar depoimento, pouco após as 11 horas, na Vara do Júri de Guarulhos. Os réus por homicídio de envolvimento no crime afirmam que são inocentes (leia mais abaixo).
Delator do PCC: começa júri de policiais acusados de matar Gritzbach no Aeroporto de Guarulhos
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