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Greve dos garis pode afetar volta às aulas no Rio de Janeiro

7 mar 2014 12h36
| atualizado às 13h39
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<p>A merendeira Deuzimar Moreira Britto participou do protesto dos garis em frente &agrave; prefeitura e se disse disposta a cruzar os bra&ccedil;os a partir da pr&oacute;xima segunda</p>
A merendeira Deuzimar Moreira Britto participou do protesto dos garis em frente à prefeitura e se disse disposta a cruzar os braços a partir da próxima segunda
Foto: Mauro Pimentel / Terra

A greve dos garis do Rio de Janeiro, que começou no último sábado, pode afetar a volta às aulas na rede municipal. Parte dos Agentes de Preparo de Alimentos (APAs), que auxiliam as merendeiras nas escolas municipais da cidade, são subordinados à Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) e aderiram à paralisação.

Deuzimar Moreira Britto, 54 anos, que trabalha em uma escola em Cordovil, na zona norte da cidade, e participou do protesto dos garis em frente à prefeitura na manhã desta sexta-feira, disse que ela e muitos dos APAs que trabalham na cidade estão dispostos a cruzar os braços na segunda-feira, quando começa oficialmente o calendário da rede municipal.

 "Estamos esperando que todos parem. Ganhamos muito mal, com os descontos não sobra quase nada.Queremos R$ 1,2 mil de salário, insalubridade e um ticket alimentação compatível com a cesta básica", afirmou.

Concentrados em frente à prefeitura desde as 10h, cerca de 500 garis distribuíram um comunicado conjunto com os APAs em que culpam o prefeito e o sindicato da categoria pela continuação da paralisação.

Fonte: Terra
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