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Com avanço do Pix, Banco Central retira notas de R$ 2 a R$ 100 de circulação

Bancos podem reter essas notas quando recebê-las e não reintroduzi-las no sistema, mas isso é um processo gradual que leva tempo.

24 mai 2026 - 11h15
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A medida atinge notas lançadas a partir de 1994, no início do Plano Real, e que foram substituídas pela segunda família de cédulas, criada em 2010. A diferença é importante: o dinheiro físico continua válido, mas as notas antigas, quando chegam aos bancos, passam a ser recolhidas e não retornam mais à circulação.

Foto: Divulgação / Porto Alegre 24 horas

Na prática, o Banco Central está acelerando a substituição de cédulas desgastadas por modelos mais modernos, com mais elementos de segurança e melhor adaptação a caixas eletrônicos, máquinas contadoras e sistemas de verificação. A própria autoridade monetária informa que o real tem duas famílias de notas e que ambas continuam válidas.

A primeira família do real circula desde 1994. São notas que marcaram a estabilização da moeda brasileira, mas que, depois de três décadas, já apresentam desgaste físico, perda de qualidade e maior dificuldade de leitura dos elementos de segurança. Segundo o Banco Central, o recolhimento ocorre aos poucos, à medida que essas cédulas voltam ao sistema financeiro.

O ponto central para o consumidor é simples: ninguém precisa correr ao banco para trocar dinheiro. As notas antigas continuam valendo normalmente para pagamentos e recebimentos. Não há prazo final anunciado para a população deixar de usá-las, nem punição para quem ainda tiver cédulas da primeira família guardadas em casa.

A confusão ganhou força porque a retirada das notas antigas ocorre no mesmo momento em que o Brasil vive uma transformação acelerada nos meios de pagamento. O Pix, criado pelo Banco Central, superou o dinheiro em espécie como forma de pagamento mais usada no país. Pesquisa oficial mostra que o Pix é utilizado por 76,4% da população e aparece como o meio mais frequente para 46% dos entrevistados.

Porto Alegre 24 horas
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