Advogado de PM acusado pelas mortes da família Aguiar deixa a defesa do caso
Apesar das investigações e das acusações formalizadas pelo Ministério Público, os corpos das três vítimas ainda não foram localizados pelas autoridades
O policial militar Cristiano Domingues Francisco, de 39 anos, réu pelo desaparecimento e morte da família Aguiar, em Cachoeirinha, terá de constituir uma nova defesa no processo. A determinação foi feita pela Justiça após o advogado Jeverson Barcellos comunicar, nesta segunda-feira (22), que deixou de representar o acusado. Segundo o defensor, sua atuação estava restrita à fase do inquérito policial. Cristiano foi intimado a apresentar um novo advogado no prazo de dez dias ou optar pelo atendimento da Defensoria Pública do Estado.
Cristiano responde pelos crimes de homicídio, ocultação de cadáver, falsidade ideológica, fraude processual, furto, associação criminosa e abandono de incapaz. Ele está preso desde 10 de fevereiro e se tornou réu em maio deste ano. O caso envolve o desaparecimento de Silvana de Aguiar, de 48 anos, e de seus pais, Isail Vieira de Aguiar, de 69, e Dalmira Germann de Aguiar, de 70, vistos pela última vez nos dias 24 e 25 de janeiro.
Além de Cristiano, a esposa dele, Milena Tainá Ruppenthal Domingues, e o irmão, Wagner Domingues Francisco, também respondem à Justiça por suposto envolvimento no caso. Apesar das investigações e das acusações formalizadas pelo Ministério Público, os corpos das três vítimas ainda não foram localizados pelas autoridades.
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