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Ataques aéreos israelenses na Faixa de Gaza causam mais de 60 mortes

Embora o conflito continue, as Nações Unidas e autoridades de saúde locais têm realizado esforços para atenuar a crise humanitária na região

7 set 2024 - 14h02
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Nas últimas 48 horas, os ataques aéreos israelenses resultaram na morte de pelo menos 61 pessoas, conforme relataram médicos locais neste sábado (7).

Faixa de Gaza
Faixa de Gaza
Foto: depositphotos.com / thenews2.com / Perfil Brasil

O conflito, que já se estende por onze meses, parece longe de um desfecho, já que as tentativas de cessar-fogo não têm surtido efeito. Medidas de paz são constantemente interrompidas.

Em um dos episódios, um ataque aéreo israelense atingiu o complexo escolar Halima al-Sa'diyya no campo de refugiados urbanos de Jabalia. O bombardeio matou pelo menos oito pessoas e feriu outras 15. Segundo as Forças Armadas de Israel, o alvo era um centro de comando do Hamas localizado dentro da escola.

Esses ataques geram forte controvérsia, pois o Hamas é acusado de usar civis e infraestruturas civis para fins militares—a acusação é negada pelo grupo. Além disso, outra ação militar israelense resultou na morte de cinco pessoas em uma residência na Cidade de Gaza, o que intensifica ainda mais o clima de tensão na região.

Por que as negociações de paz ainda não avançaram?

Grupos como o Hamas, Jihad Islâmica, e Fatah afirmaram estar resistindo às forças israelenses com uma combinação de foguetes, morteiros antitanques, e explosivos. Ambas as partes do conflito têm acusado uma à outra pelo fracasso das negociações de cessar-fogo mediadas por países como Catar, Egito e Estados Unidos.

William Burns, diretor da CIA, declarou recentemente que uma nova proposta detalhada será apresentada nos próximos dias. Entretanto, a desconfiança mútua e as condições inaceitáveis impostas por parte dos negociadores dificultam qualquer avanço significativo nas negociações.

Situação humanitária

Embora o conflito continue, as Nações Unidas e autoridades de saúde locais têm realizado esforços para atenuar a crise humanitária na região. Na quinta-feira (5), foi iniciada uma campanha de vacinação para imunizar 640.000 crianças contra a poliomielite após o registro do primeiro caso em 25 anos.

  • A campanha conseguiu vacinar mais da metade das crianças em duas fases iniciais realizadas no sul e no centro de Gaza.
  • No domingo (8), a vacinação se expandirá para o norte da Faixa de Gaza.
  • A segunda rodada de vacinação está programada para ocorrer quatro semanas após a primeira aplicação.
Perfil Brasil
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