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Vini Jr presta apoio ao goleiro Maignan após episódio de racismo: "Sempre com você"

O caso aconteceu no último sábado (20), em partida do Campeonato Italiano

22 jan 2024 - 12h49
(atualizado às 16h13)
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Vinicius apoiou o goleiro Maignan após episódio de racismo (Photo by THOMAS COEX/AFP via Getty Images)
Vinicius apoiou o goleiro Maignan após episódio de racismo (Photo by THOMAS COEX/AFP via Getty Images)
Foto: Esporte News Mundo

O brasileiro Vinicius Júnior, do Real Madrid, se pronunciou nas redes sociais, neste domingo (21), a respeito dos ataques racistas sofridos pelo goleiro Maignan, do Milan, em partida pelo Campeonato Italiano.

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Em publicação feita no X, o Twitter, Vinicius, que também foi alvo de racismo diversas vezes em La Liga, prestou apoio ao jogador e condenou o lamentável episódio envolvendo o francês, pedindo a prisão dos torcedores responsáveis pelas injúrias.

"'Só falar não vai mudar nada'. Estas são as palavras de Maignan. Já é hora de prender os racistas para que eles tenham vergonha de quem são" — escreveu Vinicius.

"Agradeço aos que realmente apoiam a nossa luta e lamento aqueles que só aparecem com palavras vazias para ganhar a simpatia da imprensa. Sempre com você, Maignan" — completou.

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O CASO

O episódio aconteceu no último sábado (20), quando o Milan vencia a Udinese por 1 X 0, na cidade de Udine. Aos 33 minutos do primeiro tempo, Maignan comunicou ao árbitro Fábio Maresca sobre os insultos entoados pela torcida rival, o jogo foi paralisado e o goleiro deixou o campo em forma de protesto.

"Quando fui buscar a bola atrás do gol, ouvi sons de macaco e não falei nada. Depois aconteceu denovo, então falei com o árbitro e disse o que havia acontecido. Não podemos jogar assim. Não é a primeira vez, temos que enviar uma mensagem importante. Um sinal", contou Maignan, em entrevista ao portal SkySports.

O goleiro francês também cobrou posicionamento das autoridades locais.

"O Ministério Público deve tomar uma posição muito forte, até porque às vezes nada acontece. Nós, jogadores, por outro lado, devemos e podemos dar um sinal muito forte", acrescentou.

O presidente da FIFA, Gianni Infantino, também se manisfestou sobre o ocorrido, defendendo a implementação da derrota automática em casos de racismo no futebol.

Esporte News Mundo
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