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Comissão de Jornalistas Pela Igualdade Racial de SP celebra 22 anos

Atividades comemorativas têm como tema principal "Jornalismo, Literatura e Negritude" Texto: Patricia Santos | Foto: Divulgação

13 set 2023 - 17h26
(atualizado às 21h38)
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A Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial de São Paulo (Cojira SP) celebra 22 anos de resistência durante uma atividade comemorativa, que será realizada no auditório Vladimir Herzog, nesta quinta-feira (14), a partir das 19h.

Com mediação das jornalistas integrantes da Cojira SP, Beatriz Sanz e Thais Folego, o evento terá como principal atração da noite a presença de dois fundadores da Comissão, além de uma mesa de debate entre os jornalistas e escritores Oswaldo de Camargo e Oswaldo Faustino acerca do tema "Jornalismo, Literatura e Negritude".

Durante o evento, será lembrada a publicação, em 2004, do livro "Espelho Infiel: o negro no jornalismo brasileiro", coletânea de artigos organizada por Flavio Carrança e Rosane da Silva Borges. A obra foi publicada pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo (Imesp) e Geledés - Instituto da Mulher Negra.

Atualmente, a Cojira SP é uma das entidades que protagonizam a Articulação Pela Mídia Negra, que discute com o atual governo a elaboração e implementação de políticas de apoio a veículos liderados por jornalistas e comunicadores negros, quilombolas, indígenas e grupos sub-representados e periféricos de todo o Brasil.

Surgimento da Comissão

Em junho de 2000, a partir de uma proposta do jornalista de Piracicaba, Noedi Monteiro, o núcleo inicial que realizou um debate sobre um organismo de combate ao racismo havia se denominado Comitê Permanente de Jornalistas Negros e depois passou a ser Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial, entendendo que poderia se tornar obstáculo à participação de não negros nas atividades a serem implementadas.

O manifesto de lançamento da Cojira SP apontava a necessidade da produção de informações sobre a desigualdade racial no interior da categoria, como condição necessária para a elaboração de políticas voltadas para a promoção da equidade; falava também sobre a necessidade de aumentar a presença de profissionais negros nos locais de trabalho de jornalistas, inclusive para reduzir as coberturas estereotipadas e, ainda nesse sentido, ressaltava a necessidade de ações que melhorassem a compreensão da questão racial tanto por parte dos profissionais já atuantes quanto dos estudantes de jornalismo.

Serviço:

Onde: Auditório Vladimir Herzog

Quando: dia 14 de setembro, a partir das 19h.

Alma Preta
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