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Sul do Pacífico prepara-se para a destruição da Mir

Quinta, 22 de março de 2001, 10h36
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O Sul do Pacífico se prepara para a destruição da estação orbital russa Mir, cuja queda está prevista entre Nova Zelândia e Chile, em uma área de 200 km de largura por 6.000 km de comprimento. Na Nova Zelândia, serão retardados esta sexta-feira por precaução cinco vôos internacionais que devem partir de Auckland e atravessar o Sul do Pacífico.

Em alto mar, 27 barcos pesqueiros estão na área onde está prevista a queda dos restos da estação espacial, afirmou esta quinta-feira no Parlamento o ministro neozelandês de Relações Exteriores. As autoridades neozelandesas estão em contato com todos esses barcos, cuja maioria tem bandeira dos Estados Unidos ou das ilhas Cook, para mantê-los informados dos riscos eventuais.

Patrick Helm, do comitê neozelandês encarregado da supervisão da destruição da Mir, informou que a área onde está prevista a queda da estação "não é muito frequentada" nem por ar nem por mar. Entretanto, os aviões que fazem o trajeto entre Nova Zelândia, as ilhas do Pacífico e América do Norte atravessam essa área. "Esses vôos estão identificados e serão retardados a partir da entrada da Mir na atmosfera até sua queda, aproximadamente uma hora", declarou Patrick Helm, precisando que foram prevenidas também as cinco companhias marítimas cujas rotas passam por essa área.

O centro operacional de segurança marítima precisou que há duas semanas vem transmitindo mensagens aos barcos que se encontram navegando para adverti-los sobre a hora e a área de destruição da Mir. "Vimos supervisionando a situação permanentemente à medida em que a Agência Espacial russa começava a precisar a área prevista. Todos os barcos que se encontram nessa área foram informados", disse o diretor de segurança marítima, Russell Kilvington.

Precisou que também foram enviadas mensagens por satélite kpara difundir as informações fornecidas pelas autoridades russas. Na Polinésia francesa, a possibilidade de queda acidental de restos da estação em sua zona marítima é também levada muito a sério e as autoridades organizaram um esquema de supervisão. Por sua vez, as autoridades australianas acompanham com a máxima atenção a etapa de destruição da Mir, assinalando que se as coisas não ocorrerem de acordo com o previsto, só disporão de uma hora para tomar as medidas necessárias de emergência.

Um funcionário dos serviços australianos de emergência acompanhará a destruição do Centro russo de controle de vôos espaciais, a fim de transmitir de maneira imediata as informações a seu Governo, embora confie no bom desenvolvimento da operação. Nas ilhas Fiji, uma expedição organizada por uma fundação norte-americana reuniu umas 50 pessoas, entre elas dois ex-cosmonautas russos, que observarão a queda da Mir de dois aviões da Air Fiji especialmente fretados para a ocasião.

Peter May, porta-voz da expedição, informou que Fiji se situa no ponto georgráfico mais próximo da área onde cairão os restos da Mir.

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Copyright 2001 AFP

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