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A Volkswagen é uma potência na China há décadas; agora, as marcas chinesas perceberam que precisam copiar sua estratégia para conquistar a Europa

As marcas chinesas estão deixando claro que vieram para ficar na Europa; Produzir na Europa, para a Europa, é o plano que muitos fabricantes querem seguir para conquistar este mercado

14 set 2025 - 16h10
(atualizado em 15/9/2025 às 11h19)
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Foto: Xataka

Já não é segredo que uma guerra está se formando entre a China e a Europa na indústria automotiva. Em tempo recorde, as marcas chinesas chegaram e se estabeleceram nesse mercado e, embora ainda não o tenham conquistado, seu avanço é imparável.

Segundo a JATO Dynamics, as marcas chinesas quase dobraram sua participação no mercado europeu no primeiro semestre do ano, em comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo, agora, 4,8%. As previsões da McKinsey estimam que, em uma década, as fabricantes chinesas poderão ter a mesma participação de mercado na Europa que as japonesas e coreanas detêm atualmente: 14% e 9%, respectivamente.

Chegar é só o começo; agora é hora de ficar

Ninguém ousa falar em conquista, mas é inegável que as marcas chinesas estão alcançando rapidamente o que as japonesas e coreanas levaram décadas para alcançar.

Basta ver o que está acontecendo no IAA Mobility, em Munique, um salão do automóvel com presença histórica de marcas chinesas, com 40% a mais de expositores dessas empresas do que em 2023.

Enquanto isso, os fabricantes tradicionais, pelo menos grande parte deles, estão passando por um dos piores períodos de sua história, tanto na Europa, quanto em outros mercados, incluindo a China, onde as empresas ocidentais não têm mais a mesma influência de antes — em parte porque os chineses querem carros chineses.

A Volkswagen é uma das empresas que mais investiu na China, implementando a estratégia "na China, para a China", como aponta a Reuters. Ou seja,...

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