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A China criou um metrô ultraleve movido por inteligência artificial que roda com autonomia total e revoluciona os trilhos

Novo VELLINK combina sensores, IA, materiais mais leves e sistemas de economia de energia para reduzir peso, cabeamento, consumo e emissões

30 set 2026 - 16h02
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Resumo
A fabricante chinesa CRRC Changchun apresentou na Alemanha o VELLINK, um metrô autônomo ultraleve equipado com inteligência artificial, sensores e computação de borda. Com arquitetura eletrônica simplificada, o veículo reduziu em 50% as unidades de controle e em 30% os cabos, operando de forma integrada na tomada de decisões. Além da automação, a reformulação de materiais cortou o peso total do trem em cerca de 18%, resultando em uma economia de energia superior a 10%.
Metro Chines
Metro Chines
Foto: CRRC / Xataka

O VELLINK, novo modelo de metrô desenvolvido na China, estreou internacionalmente nesta semana com uma proposta que mistura inteligência artificial, digitalização e eficiência energética. Desenvolvido pela CRRC Changchun Railway Vehicles Co., o trem foi apresentado em Berlim, na Alemanha, durante a InnoTrans 2026, realizada entre 22 e 25 de setembro. A tecnologia ultra moderna usa sensores, sistemas de processamento e comunicação de alta velocidade para que diferentes partes do veículo trabalhem de forma integrada. Ao mesmo tempo, mudanças na estrutura e nos materiais reduziram o peso do trem em cerca de 18% e o consumo de energia em mais de 10%.

A China colocou IA no metrô e reduziu pela metade parte da eletrônica do trem

Por fora, o VELLINK ainda tem tudo o que se espera de um metrô. A diferença está no que acontece por dentro: sensores, algoritmos de inteligência artificial e sistemas de comunicação trabalham juntos para transformar o próprio trem em uma plataforma capaz de perceber e processar informações. Para fazer isso, o projeto combina nuvem, processamento de borda e dispositivos instalados no veículo. Essa arquitetura distribui o processamento entre diferentes partes do sistema e permite que os dados coletados pelos sensores sejam usados em funções de percepção, tomada de decisões e interação.

A mudança também simplificou a estrutura eletrônica do metrô. Segundo a fabricante, o VELLINK tem 50% menos unidades principais de controle e 30% menos cabeamento a bordo. Isso ...

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