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Maiores servidores privados de Ragnarok Online na América Latina serão desativados

Medida judicial marca novo capítulo no esforço da Gravity para proporcionar uma experiência de jogo mais segura

12 mar 2026 - 14h04
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Maiores servidores privados de Ragnarok Online na América Latina serão desativados
Maiores servidores privados de Ragnarok Online na América Latina serão desativados
Foto: Reprodução / Gravity

Desde o ano passado, a Gravity vem intensificando seus esforços contra os servidores privados de Ragnarok Online na América Latina, o que resultou em ordem judicial determinando a desativação de dois dos maiores servidores que operam na região. 

A iniciativa faz parte dos esforços da empresa para combater o funcionamento de servidores privados de Ragnarok Online na região, com o objetivo de proteger a propriedade intelectual do jogo e fortalecer o ecossistema oficial. Nos últimos meses, a empresa tem ampliado as medidas para coibir operações não autorizadas que utilizam o título sem licença.

Os servidores privados, mantidos sem autorização da desenvolvedora, reuniam milhares de jogadores e funcionavam paralelamente às versões oficiais do MMORPG. Apesar da popularidade entre parte da comunidade, essas plataformas não possuem autorização da desenvolvedora e operam fora da estrutura oficial do jogo, o que pode comprometer tanto a segurança dos usuários quanto a sustentabilidade do jogo a longo prazo. Além disso, muitos desses servidores incentivam ou incorporam mecânicas de RMT (Real Money Trading), prática que envolve a negociação de itens ou vantagens do jogo por dinheiro real e que não faz parte das políticas adotadas pela Gravity.

A ação da empresa acontece em um momento de renovação da presença oficial de Ragnarok Online na região, com iniciativas voltadas à ampliação da comunidade e ao fortalecimento do ambiente oficial para os jogadores. Em razão disso, dentro da comunidade, o movimento tem sido amplamente interpretado como um passo positivo. 

Com esse movimento, a expectativa é que mais jogadores migrem para os ambientes oficiais, contribuindo para um ecossistema mais estável e alinhado às iniciativas da Gravity para o futuro da franquia.

A Gravity afirma que continuará suas investidas contra outros servidores privados, cumprindo a promessa de combate à violação de direitos autorais e de propriedade intelectual feita na conferência de imprensa de 2025. 

No Brasil, a violação de direitos autorais pode configurar crime, com pena de multa e até reclusão de dois a quatro anos quando há reprodução, distribuição ou exploração de obras protegidas com objetivo de lucro, sem autorização do detentor dos direitos, além de ser possível a adoção de medidas cíveis com fundamento na Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/1998). 

Fonte: Game On
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