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Jogamos: D.Mon chega ao Overwatch com mapas reformulados e um passe de batalha renovado

D.Mon chega para renovar o elenco, enquanto mapas reformulados e um novo passe de batalha dão mais fôlego à temporada

17 ago 2026 - 18h07
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Jogamos: D.Mon chega ao Overwatch com mapas reformulados e um passe de batalha renovado
Jogamos: D.Mon chega ao Overwatch com mapas reformulados e um passe de batalha renovado
Foto: Reprodução / Blizzard

Depois da primeira temporada, em que foram introduzidos quatro personagens novos para o já extenso elenco de Overwatch, dá para dizer que as temporadas seguintes ficaram bem abaixo, não por conta dos personagens adicionados, mas muito pela falta do que fazer, com eventos pouco interessantes, principalmente os que aconteceram durante a Copa, como o Luciogol.

Agora, com a Temporada 4 e a introdução da D.Mon, finalmente temos um ar de novidade que a primeira temporada conseguiu entregar. Não apenas pela questão de ter alguém novo para testar, mas pela quantidade de conteúdo que foi adicionada ao jogo nessa temporada.

Falando propriamente da D.Mon, já que ela é quem leva os holofotes, além de ser a personagem que introduz ainda mais lore para a franquia. Parte do esquadrão MEKA, onde já tínhamos anteriormente a D.Va como membro mais conhecido, D.Mon, ou Yuna Lee, entrou para o elenco de personagens Tanques da franquia junto com seu meka Beast.

Diferente da D.Va, cujo mecha era capaz de disparar de longas distâncias, dar impulso para fugir dos confrontos ou até mesmo empurrar os inimigos para fora da fase, além de lançar mísseis e usar sua Matriz de Defesa, que é capaz até de anular habilidades supremas, D.Mon tem como foco o corpo a corpo e a mobilidade.

Pode parecer que a personagem é uma versão mais robotizada do Reinhardt, já que ambos são Tanques com esse foco, mas D.Mon facilmente se destaca por causa do seu kit e das outras habilidades, além de parecer que ela foi tirada da franquia Armored Core e transportada para o universo de Overwatch. A personagem possui uma espada de plasma para realizar seus golpes, além de ter mobilidade para qualquer direção com seu impulso, inclusive podendo andar de lado sem perder a direção para onde a câmera está apontando. 

Foto: Reprodução / Matheus Santana

D.Mon também possui uma barreira, que acaba sendo justamente sua única fraqueza, pois ela se desfaz muito rápido, e uma metralhadora como arma secundária, que causa bastante dano. Sua habilidade suprema é bastante útil quando o time adversário está perto um do outro, já que ela usa sua espada para causar dano e fazer com que a vida dos inimigos demore mais para se regenerar.

Dá para dizer que, desde a primeira temporada, a Blizzard vem acertando em cada um dos personagens que foram introduzidos, e D.Mon está entre os tanques que vejo sendo usados por boas temporadas, antes de, claro, sofrer nerfs e outros ajustes, principalmente no repetidor de fusão dela, que está causando mais dano do que deveria.

Foto: Reprodução / Matheus Santana

Entre as outras adições para essa temporada, três mapas sofreram reformulações para deixar os cenários mais condizentes com a fase atual do jogo, tanto visualmente quanto pensando em todos os personagens disponíveis. Busan, por exemplo, agora está com aspecto de terra arrasada por conta dos eventos da história que introduziram D.Mon ao elenco. Eichenwalde é outro mapa que recebeu adições para se tornar mais versátil. Visualmente, ele está basicamente igual, mas as novidades são locais para salto, algo que já é bastante útil para surpreender o adversário.

Desses mapas, porém, o que realmente gostei das mudanças foi Paraíso, mapa que se passa no Rio de Janeiro. Ele recebeu alterações para melhorar o fluxo da partida, principalmente no último local para onde devemos levar a carga. Antes, o objetivo era mais visível e os corredores eram mais abertos, dando bastante vantagem para quem estava atacando, enquanto quem defendia era prejudicado pela distância do local de renascimento. Agora, o mapa está mais equilibrado, com locais que oferecem mais cobertura e pontos para flanquear.

O visual também está mais condizente com a invasão da Domina na cidade, com direito a uma estátua dela no primeiro ponto para capturar. Como Lúcio é o líder da rebelião na cidade contra ela, o mapa também está cheio de visuais inspirados no personagem, com direito até a um sapo gigante no último ponto.

Foto: Reprodução / Matheus Santana

Por fim, as novidades dessa vez não ficaram restritas apenas aos mapas e à adição de personagem. Quem joga Overwatch há algum tempo sabe que seu passe de batalha estava estagnado, seguindo o velho modelo de ir desbloqueando as coisas aos poucos em uma linha reta. Na prática, ainda é basicamente isso, mas agora está em nossas mãos escolher qual página de visual ou caixa queremos desbloquear aos poucos. Também é possível trocar uma skin que não queremos por visuais de passes de batalha anteriores.

Essa reformulação é mais que bem-vinda por dar mais liberdade sobre o que podemos escolher desbloquear, já que muitas vezes o melhor visual ficava no nível mais alto. Meu único porém foi a parte da troca de skins ser limitada a apenas uma, e espero que, em futuras temporadas, deixem isso mais nas mãos dos jogadores, permitindo escolher sem nenhum tipo de limitação.

Overwatch está disponível gratuitamente para PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Switch, Switch 2, Xbox One e Xbox Series. 

Fonte: Game On
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