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Vasco e investidor avançam por acordo, mas impasse trava modelo da SAF; entenda

Clube e investidor seguem otimistas por desfecho positivo, porém discussão sobre reinvestimento no futebol ainda impede assinatura oficial

14 mai 2026 - 22h10
(atualizado às 22h10)
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Fotos: Matheus Lima/Vasco.
Fotos: Matheus Lima/Vasco.
Foto: Esporte News Mundo

O CR Vasco da Gama segue avançando nas tratativas para concretizar a venda da SAF, mas ainda precisa superar alguns obstáculos antes de oficializar o acordo com o empresário Marcos Lamacchia. Apesar do avanço significativo nas últimas reuniões, um ponto específico continua sendo motivo de divergência entre as partes.

Segundo o ge, a diretoria cruz-maltina deseja estabelecer em contrato que os valores arrecadados com futuras transferências de jogadores sejam obrigatoriamente reinvestidos no departamento de futebol. A intenção do clube é garantir que receitas extraordinárias sejam utilizadas na contratação de reforços, renovação de contratos e fortalecimento do elenco profissional.

Do outro lado, o grupo liderado por Lamacchia entende que os recursos provenientes dessas negociações precisam ter utilização mais flexível. A avaliação do investidor é de que não deve existir uma obrigação contratual que limite a destinação do dinheiro exclusivamente ao futebol, permitindo liberdade de gestão dentro da SAF.

Mesmo com o impasse, as conversas continuam acontecendo com frequência. O presidente Pedrinho e Marcos Lamacchia, inclusive, se reuniram recentemente para alinhar detalhes da operação, considerada uma das maiores negociações do futebol brasileiro nos últimos anos.

Internamente, existe confiança de que um consenso será alcançado em breve. A expectativa é avançar para a assinatura do memorando de entendimento, documento que oficializa a intenção de compra da SAF vascaína. Ainda assim, o clube mantém cautela e evita estipular prazos definitivos.

O projeto prevê investimentos que podem ultrapassar R$ 2 bilhões, incluindo aporte no elenco, modernização da estrutura do CT Moacyr Barbosa, fluxo de caixa, manutenção dos esportes olímpicos e pagamento das dívidas do clube e da SAF dentro do plano de recuperação judicial.

Atualmente, a divisão acionária da SAF vascaína conta com 30% pertencentes ao clube associativo, 31% ligados à 777 Partners e 39% sob controle do Vasco por decisão judicial, situação que ainda segue em discussão arbitral.

Esporte News Mundo
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