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Vasco e dirigentes recebem punições do STJD após confusão com o Vitória

1 set 2026 - 17h08
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Resumo
O STJD puniu o Vasco com multa de R$ 20 mil pelo arremesso de copos no gramado e suspendeu quatro integrantes do departamento de futebol por 15 dias após confusão com a arbitragem contra o Vitória, pela Copa do Brasil. Felipe Loureiro, Admar Lopes, Daniel Félix e Nelcírio Franchin foram punidos por conduta antidesportiva após a expulsão de Cauan Barros. O clube contestou a arbitragem no tribunal, alegando erro crasso no cartão vermelho e reclamando de um pênalti não marcado.

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva definiu as sanções ao Vasco da Gama e aos membros de sua delegação. O julgamento avaliou os incidentes registrados no confronto contra o Vitória, válido pela fase de quartas de final da Copa do Brasil.

Dirigentes do Vasco se envolveram em confusão no intervalo de Vasco x Vitória (Foto: Reprodução/Globo)
Dirigentes do Vasco se envolveram em confusão no intervalo de Vasco x Vitória (Foto: Reprodução/Globo)
Foto: Dirigentes do Vasco se envolveram em confusão no intervalo de Vasco x Vitória ( Reprodução/Globo) / Gávea News

A decisão determinou que quatro integrantes do departamento de futebol cumpram um período de 15 dias de suspensão. O grupo punido, formado por Felipe Loureiro, Admar Lopes, Daniel Félix e Nelcírio Franchin, envolveu-se em uma discussão com a equipe de arbitragem.

A punição também atingiu o clube de forma financeira, com a aplicação de uma multa no valor de 20 mil reais. O tribunal determinou essa sanção devido ao arremesso de copos no gramado de São Januário, configurando desordem no estádio.

O tumulto que gerou o processo esportivo ocorreu no intervalo da partida de ida do torneio eliminatório. A insatisfação da delegação cruz-maltina começou logo após o árbitro apresentar o cartão vermelho para o volante Cauan Barros.

Apoiada nos relatos documentados na súmula oficial, a denúncia inicial abrangeu a instituição e cinco profissionais. Felipe Loureiro, Daniel Félix e Admar Lopes foram enquadrados pelo tribunal no artigo que julga condutas contrárias à ética e à disciplina desportiva.

O processo do funcionário Nelcírio Franchin apresentou uma denúncia adicional, referente a uma suposta agressão contra a arbitragem. Contudo, os auditores votaram por sua absolvição nesse quesito, mantendo apenas o gancho quinzenal por infração disciplinar idêntica à dos colegas.

A defesa da equipe carioca compareceu à sessão para contestar formalmente os eventos narrados no documento do jogo. O advogado Pedro Henrique Moreira, representante da instituição, direcionou críticas à condução do árbitro Matheus Delgado Candançan durante o andamento da partida.

O departamento jurídico do time argumentou contra a expulsão do meio-campista, definindo a decisão de campo como um "erro crasso". Para validar sua tese de equívoco, o advogado destacou que o próprio tribunal sequer chegou a oferecer denúncia contra o atleta expulso.

Além de justificar o tumulto, a defesa listou outras marcações da arbitragem consideradas prejudiciais. A principal reclamação apresentada aos auditores envolveu um possível pênalti cometido sobre o jogador Spinelli, lance que acabou ignorado ainda no primeiro tempo do confronto.

Gávea News
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