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PM se isenta por pancadaria e diz que segurança era de empresa privada

8 dez 2013
18h11
atualizado às 20h29
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A Polícia Militar (PM-SC), mesmo presente em pequeno número, não se sente culpada pela confusão que aconteceu na Arena Joinville na tarde deste domingo, quando torcedores rubro-negros e do Vasco entraram em confronto e forçaram a paralisação do jogo entre os dois times, pela última rodada do Campeonato Brasileiro.

Policiamento tenta conter torcedores do Vasco
Policiamento tenta conter torcedores do Vasco
Foto: Paulo Sérgio / Agência Lance

Segundo a PM, a segurança no estádio foi contratada pelo Atlético-PR, já que se trata de um evento privado, como acordado com o Ministério Público (MP-SC). O MP, entretanto, negou a alegação e disse em nota "que não fez nenhuma Recomendação ou Ação que impeça a Polícia Militar de atuar no interior do estádio Arena em Joinville". 

Após a briga, que deixou pelo menos quatro torcedores feridos, a arbitragem decidiu parar o jogo, que corre o risco de ser adiado. Dirigentes dos dois clubes tentaram entrar em acordo sobre o andamento da partida, que apontava 1 a 0 para os atleticanos, com gol do zagueiro Manoel, e o jogo foi retomado.

Um dos líderes do elenco carioca, o defensor Cris revelou a situação antes do duelo. "Antes do jogo, não tinha policiamento nenhum nem para fazer a nossa segurança. O juiz está certo em cobrar segurança. Vimos imagens muito fortes de perto. Foi chocante e lamentável", lamentou.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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