Diretoria do Vasco cobra árbitro após expulsão e causa confusão em jogo contra o Vitória
O intervalo do jogo entre Vasco e Vitória, pela Copa do Brasil, teve confusão generalizada após a diretoria vascaína protestar contra a arbitragem. A revolta decorreu da expulsão do volante Barros aos 14 minutos, validada pelo VAR sob contestação de falta anterior. A tensão entre dirigentes e o árbitro Matheus Candançan seguiu até os vestiários, exigindo intervenção da PM e do BEPE, que chegaram a apontar armas de fogo para conter os funcionários do clube carioca.
O intervalo da partida entre Vasco e Vitória, válida pelas quartas de final da Copa do Brasil nesta quarta-feira (26), foi marcado por uma grande confusão. Dirigentes do clube carioca protestaram duramente contra a arbitragem antes da descida para o vestiário.
O tumulto se estendeu para a área interna do estádio e exigiu forte intervenção das autoridades. Segundo apuração do portal 'GE', agentes da Polícia Militar e do Batalhão de Policiamento em Estádios (BEPE) apontaram armas de fogo em direção aos funcionários vascaínos para controlar a situação.
A movimentação começou ainda no gramado. O diretor de futebol do Vasco, Admar Lopes, e o diretor técnico, Felipe, caminharam na direção do árbitro Matheus Delgado Candançan para realizar cobranças. A dupla precisou ser contida pelos policiais que faziam a escolta do juiz.
Os ânimos continuaram exaltados no acesso aos vestiários. A imprensa presente relatou xingamentos disparados por Felipe e pelo gerente Clauber Rocha. O auxiliar técnico Bruno Lazaroni e o preparador físico Daniel Félix também se envolveram diretamente na discussão com a equipe de arbitragem. Veja abaixo:
Diretoria do Vasco cobra árbitro por expulsão de Barros e gera confusão em intervalo de jogo. Diretor de futebol Admar Lopes e diretor técnico Felipe fazem cobranças à arbitragem por cartão vermelho ao volante no primeiro tempo.#futebol #vasco #vitória #copadobrasil #ge pic.twitter.com/hHiYNKbEYa
— ge (@geglobo) August 27, 2026
Toda a revolta da cúpula vascaína teve origem em um lance da etapa inicial. Os dirigentes reclamaram contra a expulsão do volante Barros, contestando o critério utilizado pela arbitragem antes da concretização da falta.
A jogada em questão aconteceu aos 14 minutos. O volante Barros foi pressionado pelo atacante Renato Kayzer, cometeu um erro na saída de bola e, na condição de último homem da defesa, utilizou a mão para interromper o ataque do time adversário.
A equipe do Vitória cobrou a expulsão imediata do atleta. O Vasco, em contrapartida, defendeu que a bola tocou no braço de Kayzer no início do lance. O árbitro interpretou o contato do atacante como jogada normal e, após três minutos de análise no VAR, apresentou o cartão vermelho para Barros.
Comentários
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.