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Vitória nas duplas dá energia para João Fonseca encerrar jejum: 'Ajuda a estar preparado'

Tenista carioca, que joga nesta terça-feira contra Thiago Monteiro, ainda busca primeira vitória em simples na temporada

16 fev 2026 - 20h27
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A vitória ao lado de Marcelo Melo, em duelo com o argentino Roman Burruchaga e o italiano Andrea Pellegrino, nas duplas do Rio Open, trouxe ritmo e energia a João Fonseca em sua busca pelo primeiro triunfo em simples da temporada. Eliminado precocemente do Australian Open e do ATP 250 de Buenos Aires, ele encara o compatriota Thiago nesta terça-feira, por volta das 19 horas, também pelo ATP 500 disputado pelo Jockey Club Brasileiro, no Rio.

"Entrar com ritmo depois de um começo de ano difícil, estar tendo a oportunidade de jogar com o Marcelo é uma honra. Além de pegar mais ritmo, estar no ambiente, sentir o clima é importante para mim, é uma vibe maravilhosa jogar com o Marcelo. A vibe dentro da dupla com certeza influencia para ser uma boa semana", disse o tenista carioca em entrevista coletiva. "Com certeza, o ritmo e o ambiente de estar em uma quadra central, a galera gritando, isso ajuda a estar preparado para amanhã", concluiu.

João Fonseca e Marcelo Melo jogam juntos a chave de duplas do Rio Open.
João Fonseca e Marcelo Melo jogam juntos a chave de duplas do Rio Open.
Foto: Divulgação/Rio Open/Fotojump / Estadão

Depois do sucesso obtido jogando em dupla com um brasileiro, Fonseca não lamenta ter de enfrentar um adversário de seu País logo na estreia da chave principal individual. Joga contra Monteiro, para ele, será uma honra e um encontro com um tenista que ele conhece muito bem, dentro e fora de quadra.

"Eu não vejo como azar, vejo como oportunidade. Acho que vai ser super legal, o Thiago é um grande amigo, já treinamos várias vezes e compartilhamos time na Copa Davis. Todos sabemos o carisma e a humildade que ele tem. Eu estou jogando um bom tênis, estou confiante. Tem tudo para ser um bom jogo", disse.

Agora, fica também a expectativa por uma boa campanha nas duplas, após o entrosamento mostrado pela parceria com Melo. Aos 42 anos, o tenista mineiro se rende à importância da imagem popular que vem sendo construída em torno do companheiro.

"O Rio é um lugar muito especial para ambos. Juntamos nossa energia positiva com a torcida, por parte do João. A gente vinha treinando bem, mas às vezes a vitória não vem. Eu via João jogando direto. Se a gente não estivesse com o físico em dia, a vitória não viria", comentou.

Se depender do carioca de 19 anos, a parceria com Melo não acaba no Rio. "Para mim seria uma honra. Vamos ver no futuro se vai aparecer mais um Fonseca-Melo por aí", disse.

Estadão
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