Executivos analisam papel de marcas e parcerias no crescimento do surfe
Representantes da WSL América Latina e do Banco do Brasil participaram de um painel no Web Summit Rio 2026 para discutir o futuro do surfe.
Representantes da World Surf League (WSL) e do Banco do Brasil discutiram, nesta semana, os desafios e oportunidades para o crescimento do surfe durante o Web Summit Rio 2026, realizado no Riocentro, no Rio de Janeiro. O debate ocorreu no painel "Making Waves: Reinventing the World Surf League", mediado pela jornalista Nathália Gomes, do Lance!, e abordou temas como patrocínio esportivo, formação de atletas, impacto cultural e estratégias para ampliar o alcance da modalidade.
Durante a conversa, o executivo de Marketing ao Vivo e Patrocínios do Banco do Brasil, Maurício Toledo, destacou como o papel dos patrocinadores evoluiu nos últimos anos, deixando de se limitar à exposição de marca para atuar diretamente no desenvolvimento do esporte.
"Hoje o patrocínio esportivo não busca apenas visibilidade. A história de você ter um patrocínio para simplesmente aplicar uma marca já acabou há muito tempo. Com essa parceria, conseguimos participar de todo o ecossistema da modalidade. Estamos presentes desenvolvendo atletas, gerando protagonismo, proporcionando experiências e apoiando o desenvolvimento da sociedade. Esse é o grande ganho que o Banco do Brasil tem ao se aproximar da WSL", afirmou.
Toledo também ressaltou o impacto que investimentos contínuos podem gerar para o futuro da modalidade e para a formação de novos talentos.
"Nós queremos ver o Brasil no lugar mais alto do pódio. Queremos criar os ídolos do futuro. Quando você conquista isso, inspira jovens a conhecerem e praticarem o esporte. Você movimenta uma economia criativa inteira em torno dessa modalidade. O Banco do Brasil quer ser protagonista nesse processo de transformação."
Presidente da WSL América Latina, Ivan Martinho destacou que o fortalecimento do surfe passa pela construção de parcerias duradouras capazes de financiar o crescimento da modalidade e ampliar sua presença junto ao público.
"À medida que conseguimos estabelecer uma propriedade com visão de longo prazo e parcerias comerciais sérias, temos não apenas a possibilidade de financiar o futuro da modalidade, mas também de contar essa história para as pessoas. É assim que o esporte passa a fazer parte da cultura e do dia a dia da população."
Para Martinho, a presença de atletas e conteúdos relacionados ao surfe em diferentes plataformas contribui diretamente para a popularização da modalidade.
"Quando você abre o aplicativo do Banco do Brasil e encontra um surfista, ou vê um atleta no intervalo de um grande telejornal, começa a construir a percepção de que aquele esporte está em todos os lugares. Não é mais apenas um esforço da liga ou dos atletas. É a força de grandes parceiros ajudando a contar essa história e criando oportunidades para que novas gerações queiram praticar e viver esse esporte."
O painel integrou a programação do Web Summit Rio 2026, conferência que reuniu representantes dos setores de tecnologia, negócios, inovação e esporte para discutir tendências e transformações em diferentes áreas da economia e da sociedade.
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