Entenda os critérios que a WSL utiliza para autorizar baterias do Vivo Rio Pro
Regulamento prevê análise das condições do mar para garantir igualdade entre os competidores
A WSL usa critérios como qualidade, tamanho e formato das ondas, decididos por juízes e representantes, para autorizar baterias, podendo suspender provas se as condições mudarem; a janela do Vivo Rio Pro segue até 27 de junho.
Na última segunda-feira, 22, quem esteve na Praia de Itaúna, em Saquarema, foi surpreendido com o desfecho do das baterias do Vivo Rio Pro. Isso porque minutos depois de anunciar que as finais aconteceriam no mesmo dia, a organização da WSL decidiu interromper as disputas em função das condições do mar.
Dessa maneira, as semifinais masculinas entre o italiano Leonardo Fioravanti contra João Chianca, o duelo entre o australiano Ethan Ewing e Yago Dora, e a final feminina com a francesa Tya Zebrowski diante da norte-americana Sawyer Lindblad, foram suspensos.
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Na terça-feira, 23, houve day off. Agora, a próxima chamada para o finals day está prevista para a manhã desta quarta-feira, 24, às 6h45.
De acordo com o livro de regras da WSL, uma competição só pode ser colocada em andamento 'on', quando as ondas forem consideradas surfáveis em tamanho e formato. A decisão é tomada em conjunto por representantes da WSL, pelo Head Judge (juiz principal) do evento e pelos representantes dos surfistas, que avaliam as condições do mar antes de autorizar o início das baterias.
A decisão é baseada em previsões e considera a qualidade das ondas, entendendo que o round deve ter início e fim para que todos tenham as mesmas condições.
Além disso, a entidade prevê que a chamada pode ser revista mesmo após o início das disputas. Caso nenhuma onda tenha sido surfada e as condições se deteriorem de forma rápida ou inesperada, o juiz principal ou representantes da WSL têm autoridade para interromper a competição.
Em eventos com categorias masculina e feminina, também cabe à organização definir qual delas entrará primeiro na água quando não houver consenso entre os representantes dos atletas.
A janela do Vivo Rio Pro vai até o próximo sábado, dia 27 de junho. Até lá, a WSL seguirá monitorando as condições do mar para retomar as disputas. A etapa oferece um prêmio recorde, de aproximadamente R$ 750 mil, a maior recompensa em uma competição de surfe já realizada no Brasil.


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