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Justiça aceita acordo entre Ministério Público e Bobadilla por ofensa xenofóbica

Meia do São Paulo terá de cumprir medidas educativas e realizar doações para que o caso seja encerrado sem processo criminal

13 mar 2026 - 18h54
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Justiça aceita acordo, e Bobadilla terá que receber medidas socioeducativas –
Justiça aceita acordo, e Bobadilla terá que receber medidas socioeducativas –
Foto: Rubens Chiri / São Paulo / Jogada10

A Justiça aceitou um acordo firmado entre o Ministério Público de São Paulo e o meia Damián Bobadilla, do São Paulo, em investigação sobre ofensas xenófobas dirigidas ao jogador Miguel Navarro. O episódio ocorreu no ano passado, durante uma partida contra o Talleres, pela Libertadores. A informação foi divulgada pela Folha de S.Paulo.

Na ocasião, Bobadilla teria se referido a Navarro como "venezuelano morto de fome". Assim, o atleta da equipe argentina relatou o caso ao árbitro chileno Piero Maza, que interrompeu o jogo por alguns minutos para apurar a situação.

Depois da vitória do São Paulo por 2 a 1, o meio-campista paraguaio foi indiciado pela Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva pelo crime de injúria racial.

O acordo feito pelo volante do São Paulo

Com o acordo homologado nesta sexta-feira, Bobadilla não responderá a um processo criminal, desde que cumpra as medidas estabelecidas pela Justiça.

Entre as obrigações estão aulas sobre xenofobia, além da produção de quatro vídeos curtos, de aproximadamente dois minutos, nos quais o jogador deverá explicar o que aprendeu sobre o tema. Aliás, o atleta também terá de visitar o Museu da Imigração, na Mooca, instituição ligada à Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.

Justiça aceita acordo, e Bobadilla terá que receber medidas socioeducativas –
Justiça aceita acordo, e Bobadilla terá que receber medidas socioeducativas –
Foto: Rubens Chiri / São Paulo / Jogada10

O acordo prevê ainda a doação de R$ 61 mil em livros para a Coordenação de Políticas para Imigrantes e Promoção do Trabalho Decente. Além disso, o jogador deverá publicar quatro mensagens contra a xenofobia em suas redes sociais, com intervalo de 30 dias entre cada postagem. O conteúdo das publicações precisará ser aprovado previamente pelo Ministério Público. Assim, caso todas as exigências acabem sendo cumpridas, o caso vai estar encerrado sem abertura de processo criminal.

Aliás, antes da decisão da Justiça brasileira, Bobadilla já tinha recebido uma punição da Conmebol, que aplicou multa de 15 mil dólares (cerca de R$ 84 mil na cotação da época). A entidade enquadrou a conduta como comportamento ofensivo e incompatível com as normas da competição.

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Jogada10
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