Script = https://s1.trrsf.com/update-1790713512/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Rebeca se classifica para a final do salto e Brasil disputa cinco medalhas no Mundial de Ginástica

Flávia Saraiva estará na decisão da trave e do individual geral, prova que também terá Lorrane Oliveira; brasileiras avançaram ainda para a disputa por equipes

19 out 2026 - 17h53
(atualizado às 18h00)
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
O Brasil garantiu vaga na final por equipes do Mundial de Ginástica Artística de 2026, em Roterdã, e disputará cinco medalhas. Rebeca Andrade liderou a classificatória do salto após período sabático, enquanto Flávia Saraiva avançou na trave e no individual geral. Lorrane Oliveira também se classificou para a decisão individual. Integrando jovens e veteranas como Thais Fidelis e Sophia Weisberg, o time brasileiro passou em oitavo lugar e busca o pódio nas finais desta quarta e quinta-feira.

O Brasil está classificado para a final por equipes do Mundial de Ginástica Artística de 2026. Em Roterdã, na Holanda, uma equipe que reúne nomes experientes e jovens promessas do país garantiu presença na decisão. Além da disputa coletiva, Rebeca Andrade estará na final do salto, Flávia Saraiva competirá na trave e no individual geral, prova que também terá Lorrane Oliveira.

As brasileiras voltaram a brigar pelo pódio após ficarem de fora dele no último Mundial. Com o retorno de Rebeca, que decidiu tirar um ano sabático em 2025, o Brasil terá a chance de disputar cinco medalhas nas finais que acontecem na quarta e na quinta-feira.

A primeira prova em que o país se classificou foi o salto. Rebeca Andrade, campeã olímpica da categoria, marcou média de 14,533 pontos, com 14,400 no primeiro salto, sendo 5,0 de dificuldade e 9,400 de execução, e 14,266 no segundo, com 4,8 de dificuldade e 9,466 de execução. A ginasta passou na primeira posição.

Flávia Saraiva terminou a classificatória na terceira posição na trave. A carioca marcou 14,400 pontos, com 6,1 de dificuldade e 8,3 de execução. No individual geral, que reúne as notas dos quatro aparelhos, ela somou 53,566 pontos e ficou em 12º lugar, garantindo vaga entre as 24 finalistas.

Outra brasileira a garantir vaga entre as 24 finalistas do individual geral foi Lorrane Oliveira. A atleta ficou em 22º lugar, com um total de 52,165 pontos. Thais Fidelis e Sophia Weisberg também contribuíram para a campanha brasileira, embora não tenham alcançado notas suficientes para avançar às finais individuais.

Com as notas das cinco ginastas, o Brasil somou 159,131 pontos e garantiu a classificação para a final por equipes na 8ª posição, a última que dava vaga na decisão. O País ficou à frente do Canadá e volta a competir na quarta-feira, quando disputa uma medalha ao lado das outras sete equipes classificadas.

Seleção brasileira combina experiência olímpica e juventude na disputa por medalhas

A equipe brasileira classificada para a final por equipes do Mundial de Ginástica Artística reúne medalhistas olímpicas e atletas que começam a ganhar espaço em competições internacionais. Rebeca Andrade, Flávia Saraiva e Lorrane Oliveira dão experiência à seleção, que também conta com a jovem Sophia Weisberg. O grupo marca ainda o retorno de Thaís Fidelis a um Mundial após sete anos.

Depois de romper o tendão de Aquiles em junho de 2021 e perder o irmão no mês seguinte, por complicações de uma pneumonia, Thaís fez uma pausa na carreira. O retorno às competições aconteceu em 2025, com bronze nas barras no Troféu Brasil.

No Pan-Americano, conquistou prata por equipes e bronzes na trave e no individual geral. A ginasta afirma que a volta foi planejada sem pressa, com a intenção de recuperar a relação com o esporte.

"Quando decidi voltar, queria viver um passo de cada vez e, principalmente, sentir novamente o amor pela ginástica. Eu sabia que tinha grandes chances de voltar à seleção, mas queria respeitar meu processo e deixar as coisas acontecerem naturalmente", contou ao Estadão. Em Roterdã, ela disputou as barras assimétricas, a trave e o solo.

Sophia Weisberg também chega ao Mundial após bons resultados na temporada. No Pan-Americano, conquistou prata por equipes e bronze nas barras assimétricas, além de terminar em terceiro lugar no aparelho no Campeonato Brasileiro. A ginasta competiu no salto, nas barras assimétricas e no solo e vê a convivência com as medalhistas olímpicas como uma oportunidade de aprendizado.

"Mesmo eu sendo a mais nova do time, eu me sinto muito acolhida e estou muito feliz de estar participando desse campeonato junto com essa equipe, que é muito forte", afirmou ao Estadão.

Gabriela Bouças, de 17 anos, completou o grupo como reserva e agora fica à disposição da comissão técnica caso seja necessária uma substituição na final por equipes.

Estadão
Compartilhar
TAGS

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra