Script = https://s1.trrsf.com/update-1785273314/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Motociclismo

Publicidade

A evolução de Diogo Moreira em sua temporada de estreia na MotoGP

Do título histórico na Moto2 ao desafio da classe rainha, o brasileiro tem transformado a adaptação em resultados

30 jul 2026 - 15h15
Compartilhar
Exibir comentários
Foto: Reprodução / Honda Racing

Diogo Moreira iniciou sua trajetória na principal categoria de motovelocidade em 2026, carregando não apenas o peso de atual campeão mundial da Moto2, mas também a responsabilidade de representar um país que estava há quase duas décadas sem um nome no grid. 

Aos 22 anos, Moreira soma 48 pontos e ocupa a 15ª colocação no campeonato. Porém, além dos números, sua temporada tem sido marcada pela constante evolução, maturidade e pela capacidade de adaptação à categoria rainha.

Nascido em Guarulhos, aos 13 anos, o paulista deixou o Brasil para seguir seu sonho de se tornar piloto profissional. Em 2025, Diogo escreveu um dos capítulos mais marcantes da história da categoria intermediária ao protagonizar uma virada, considerada improvável por muitos, na reta final da temporada. O brasileiro recuperou a desvantagem de 61 pontos e conquistou o título, realizando uma campanha histórica. 

Em 2026, realizou sua estreia na MotoGP e, ao contrário do que muitos esperavam de um novato, Diogo tem demonstrado tranquilidade desde as primeiras etapas, mantendo uma das características que o fez campeão: a calma.

Foto: Reprodução / Honda Racing

Uma das principais características apresentadas por Moreira tem sido a capacidade de administrar momentos difíceis durante as corridas, apresentando uma abordagem mais calculada, priorizando aprimorar sua pilotagem e construir constância ao longo das etapas. 

Seus resultados refletem isso. Diogo teve seu melhor desempenho no GP da Hungria, onde conquistou o sexto lugar. Seu único abandono foi no GP da França e a única vez que deixou de pontuar foi no GP da Espanha. A regularidade tem sido um de seus pontos fortes.

Ao comparar seus números com os demais pilotos da Honda, também é possível destacar seu desempenho. Mesmo competindo por uma equipe satélite, o piloto tem se mantido próximo das motos de fábrica e já chegou a terminar à frente, como aconteceu no GP da Itália, onde chegou em 10º, superando Mir e Marini, que terminaram na 12ª e 13ª posição. 

Nesta mesma etapa, o brasileiro conseguiu se classificar diretamente para o Q2 pela primeira vez, repetindo o feito nas duas etapas seguintes. Esse avanço nos treinos classificatórios representa um dos principais sinais de evolução de Diogo ao longo da temporada. 

No GP da Hungria, Diogo revelou ao Parabólica que extrair o máximo dos pneus em uma volta lançada ainda era uma de suas dificuldades na categoria. 

Graças ao seu bom desempenho apresentado, a Honda tem considerado a promoção do brasileiro na equipe de fábrica na próxima temporada. Apesar do anúncio de David Alonso, a fabricante ainda não confirmou quem ocupará a vaga ao lado de Fabio Quartararo, com o nome de Moreira aparecendo entre os candidatos. 

Para muitos, essa situação poderia representar uma pressão adicional. Porém, Diogo encara a especulação como algo que o deixa mais motivado para continuar trabalhando no que considera importante: evoluir como piloto. 

Parabólica
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra