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MMA

Paulistano, Demian Maia exalta volta do UFC ao Estado de SP e mira cinturão

20 ago 2013
12h53
atualizado às 13h10
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O lutador Demian Maia nasceu na cidade de São Paulo, município onde viveu, cresceu e até cursou uma faculdade de Jornalismo. Com a confirmação nesta terça-feira do UFC em Barueri (SP) no dia 9 de outubro, o paulistano, que luta pelo peso meio-médio contra Jake Shields e espera em breve poder disputar o cinturão da categoria, exaltou a oportunidade de voltar a lutar próximo do local onde mora - São Paulo recebeu um evento no dia 19 de janeiro deste ano. 

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Demian Maia lutará "em casa" no UFC Barueri 
Foto: Bruno Santos / Terra

"A motivação de voltar a lutar em São Paulo é demais. Nasci e cresci aqui, é a cidade que eu amo. Acredito que o ginásio esteja lotado, é um lugar que eu conheço e aprovo", afirmou o lutador, durante coletiva em um hotel da capital paulista. 

O Ginásio Poliesportivo José Corrêa, na cidade de Barueri, não é estranho para Demian Maia, que já disputou - e venceu - um evento no local, no ano de 2006. A disputa em Barueri, por sinal, foi a primeira conquista marcante de Demian no MMA. Na época, o atleta venceu três lutas em uma noite durante a realização do Super Challenger 1. 

"Acho que vou ser muito bem recebido, o ginásio é muito bom. Única vez que lutei no Brasil foi lá, tenho boas lembranças, venci três lutas. Creio que serei o único lutador do card que já lutou lá", contou Demian. 

A expectativa do paulistano é vencer o duelo para poder disputar o cinturão. Até por isso, o lutador se recusou a dar nomes de quem espera enfrentar após o confronto contra o americano Jake Shields. Focado na vitória e tentando tirar a cabeça do cinturão - atualmente pertence a Georges Saint-Pierre, que terá que defender o título ainda neste ano -, Demian acredita que terá grande trabalho no combate em Barueri. 

"Eu quero ganhar essa luta e poder disputar o cinturão. Não é uma luta fácil, não tem favorito. Será um trabalho difícil. Não vamos chegar lá para lutar só jiu-jitsu (especialidade de ambos). Ás vezes acontece o oposto, pelos dois lutadores  serem de chão a lutar acabar sendo em pé", explicou. 

Fonte: Terra
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