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Atlético-PR

Final da Sul-Americana segue indefinida após empate

Partida ficou marcada por dois tempos bem distintos onde o Furacão saiu na frente com Pablo e Yony González deixou tudo igual em Barranquilla

6 dez 2018
00h42
atualizado às 00h44
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Ninguém levou vantagem numérica para a segunda partida da decisão da Copa Sul-Americana. Em jogo onde o primeiro tempo foi marcado pelo equilíbrio e o segundo pela intensidade, Atlético-PR e Junior Barranquilla-COL terminaram com o placar de 1 a 1 no duelo que foi disputado no estádio Metropolitano em Barranquilla.

O embate definitivo está marcado para a próxima quarta-feira (13) na Arena da Baixada às 21h45 (de Brasília). Como não há gol qualificado na final, qualquer empate leva a disputa para a prorrogação e, se necessário, para as cobranças de pênalti.

Revezamento na posse e de ataques frustrados

Tendo estilos de jogo bem parecidos no que se refere a trabalhar bem a bola e acelerar na intermediária ofensiva para achar os espaços, nem colombianos nem brasileiros conseguiram ter sucesso nos primeiros minutos. Seja pelos erros de passe como pelo sistema de marcação bem estruturado do adversário, as investidas de ataque em ambos os lados mostravam-se batendo "contra a parede", pouco incomodando Santos e Sebastián Viera.

Nas chegadas pontuais, Tiburón foi melhor

Em meio a um duelo bem disputado, o Junior levava vantagem em trocar passes principalmente explorando a velocidade e a habilidade de Luis Díaz caindo pelo lado de Jonathan. Na base do um contra um, o camisa 23 superava constantemente o lateral atleticano e o time da casa começou a rondar perigosamente o gol de Santos com direito a uma "pucheta" de Díaz que passou perto do travessão.
Retorno no 220 volts!

Se logo no primeiro minuto do tempo complementar o Furacão conseguiu seu momento até então mais agudo chegando ao ataque com Léo Pereira testando com muito perigo, aos quatro uma enfiada de bola precisa de Nikão encontrou Pablo e bateu com categoria para abrir a conta em Barranquilla.

Porém, três minutos depois, o Junior chegou a igualdade depois do cruzamento mal-afastado pela zaga do Atlético-PR onde Yony González encheu a perna esquerda e não deu qualquer possibilidade de defesa para Santos.

Da aflição ao alívio

A partida seguiu no mesmo ritmo alucinante, parecia que o embate havia acabado de começar com um ânimo totalmente diferente dos primeiros 45 minutos, e o time da casa encontrou ótima oportunidade de virar o marcador quando o atacante Rony derrubou Germán Gutiérrez na grande área e o peruano Diego Haro marcou pênalti.

Na cobrança, o zagueiro Rafael Pérez encheu o pé e viu a bola explodir no travessão do gol de um absolutamente estático Santos.

"Cozinhou" o adversário

Também pensando na parte física atuando em um clima de muito calor e umidade, os minutos finais do Furacão foram de mais concentração em mitigar as chances ofensivas do Junior na base da troca de passes e fechando os espaços defensivos.

A medida deu certo e, quando foi acionado, Santos foi novamente decisivo em pelo menos duas finalizações de muito perigo dos colombianos.

FICHA TÉCNICA
JUNIOR BARRANQUILLA-COL 1 x 1 ATLÉTICO-PR

Local: Estádio Metropolitano, Barranquilla (COL)
Data: 05/12/18, 22h45 (Brasília)
Árbitro: Diego Haro (PER)
Assistentes: Jonny Bossio e Victor Raez (ambos PER)
Cartões amarelos: Léo Pereira, Bruno Guimarães, Thiago Heleno (CAP)
Cartões vermelhos: -
Gols: Pablo (4'/2°T) (0-1), Yony González (7'/2°T) (1-1)

JUNIOR BARRANQUILLA-COL: Sebastián Viera; Marlon Piedrahita, Jefferson Gómez, Rafael Pérez e Germán Gutiérrez; Luis Narváez (Sebastián Hernández, aos 38'/2°T), James Sánchez (Daniel Moreno, aos 25'/2°T), Jarlan Barrera e Víctor Cantillo; Yony González (Luis Ruíz, aos 21'/2°T) e Luis Díaz. Técnico: Julio Comesaña.

ATLÉTICO-PR: Santos; Jonathan, Thiago Heleno, Léo Pereira e Renan Lodi; Bruno Guimarães, Lucho González (Marcinho, aos 40'/2°T), Raphael Veiga (Wellington, aos 32'/2°T) e Nikão; Pablo (Rony, aos 15'/2°T) e Marcelo Cirino. Técnico: Thiago Nunes.

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