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Foto: Marcos Bezerra / Futura Press

São Paulo

Após estreia no São Paulo, Tréllez avisa: 'Gosto mais de jogar como 9'

Colombiano saiu do banco na vitória sobre o Bragantino, na quarta-feira, para substituir Diego Souza e conta que Dorival pediu para que ele fizesse as funções de centroavante

9 fev 2018
08h01
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O São Paulo tem sentido falta de um centroavante e Dorival Júnior já até faz discurso em defesa de Diego Souza, dizendo que o meia-atacante nem tem recebido a função de atuar como camisa 9, embora seja esse seu uniforme. Mas, caso o técnico necessite de alguém com essas características, Tréllez se coloca como candidato.

Tréllez saiu contente de sua estreia pelo São Paulo, na última quarta-feira (Rubens Chiri/saopaulofc.net)
Tréllez saiu contente de sua estreia pelo São Paulo, na última quarta-feira (Rubens Chiri/saopaulofc.net)
Foto: LANCE!

- Gosto mais de jogar de 9. Jogo pela beirada, um pouco mais recuado, mas gosto de jogar de 9 - disse o colombiano, que estreou entrando no lugar de Diego Souza, aos 28 minutos do segundo tempo da vitória de quarta-feira, sobre o Bragantino, e recebeu instruções típicas de um centroavante.

- O Dorival pediu para eu pressionar mais os zagueiros, porque eles estavam vindo com a bola. E, quando eu estivesse com a bola, que segurasse um pouco mais, porque estávamos perdendo a bola muito rapidamente no ataque - comentou o camisa 17.

Destaque do Vitória no ano passado, Tréllez custou cerca de R$ 6 milhões ao São Paulo e, aos 28 anos de idade, assinou contrato de quatro temporadas. Sabe que corre por fora na briga por uma vaga no setor ofensivo, mas gostou de iniciar sua trajetória no clube vencendo e enfatizou que isso o anima para cumprir o que considera sua missão: fazer gols.

- Fiquei contente pela estreia, principalmente porque foi com um bom resultado. A alegria de estrear no Morumbi, com uma vitória diante da nossa torcida, foi importante e me deixou motivado para atuar mais vezes. Estou contente por jogar em um clube tão grande como o São Paulo e, agora, quero melhorar para marcar os gols. Fui contratado para isso - disse, projetando evolução.

- Entrei no segundo tempo, quando já estávamos ganhando, é normal que o time já estivesse um pouco mais tranquilo, fazendo o tempo passar. Pouco a pouco, vou ganhando confiança, jogando por mais minutos para meus companheiros me conhecerem e eu conhecê-los. Mas, desde o primeiro dia, fui muito bem recebido. Isso é muito bom, fica mais fácil de entrosar e ganhar confiança.

LANCE!

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