Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Jogos de Inverno

Em 58º, brasileiro do esqui aprende português com namorada

Atleta criado na Itália por pais adotivos tem atuação discreta no slalom gigante em Sochi. Prova é vencida pelo americano Tedy Ligety

19 fev 2014 - 11h29
Compartilhar
Exibir comentários
Jhonatan_Longhi termina prova em 58º
Jhonatan_Longhi termina prova em 58º
Foto: Reuters

O brasileiro Jhonatan Longhi ficou em 58º lugar no slalom gigante em sua estreia nos Jogos Olímpicos de Sochi. Nascido em São Paulo e criado por pais adotivos na Itália, o esquiador, 26 anos, conseguiu melhorar o português em relação a Vancouver 2010 quando concedia entrevistas em inglês e italiano.

“A minha namorada (Carol, brasileira) me faz sempre falar português com ela. Eu a conheci em uma academia e ela está na Itália estudando em uma universidade”, disse Longhi, que mantém o forte sotaque italiano e solta algumas palavras do idioma.

O atleta piorou em duas posições o seu resultado no slalom gigante da Olimpíada passada, mas ressaltou que a sua principal prova é o slalom, que será realizado no sábado no Rosa Khutor Alpine Center.

Jhonatan Longhi esquia em Sochi; aulas de português com a namorada
Jhonatan Longhi esquia em Sochi; aulas de português com a namorada
Foto: Reuters

“Objetivo de hoje foi terminar a prova. Fazer 1min20, 1min30 no slalom gigante não posso explicar.  Eu não conseguirei caminhar amanhã”, brincou. “Vou dar o máximo no slalom. Como se diz mesmo: eu sou fo... (no slalom). É a minha prova preferida por estar mais próximo dos 30 primeiros”, completou.

No Mundial de Esqui de 2011, realizado em Garmisch-Partenkirchen, na Alemanha, o atleta brasileiro terminou na 42ª posição, mas não conseguiu completar a prova dois anos depois, em Schladming, na Áustria.

No bloco da elite, o ouro ficou com o americano Ted Ligety, quebrando o jejum de medalhas de ouro do país no esqui alpino durante a edição russa da Olimpíada. O pódio foi completado pelos francesesSteve Missillier (prata) e Alexis Pinturault (França).

“Sinto ser um sortudo pela primeira descida, porque não tive que assumir tantos riscos na segunda”, disse o americano, que havia aberto quase 1s de diferença para os rivais após a primeira participação. “Esse é o evento (slalom gigante) que eu mais queria por ser uma prova que eu coloco muita pressão para vencer, portanto ter conseguido isso é uma sensação incrível”, completou o campeão olímpico do combinado em Turim 2006.

Fonte: Terra
Compartilhar

Comentários

As opiniões expressas nos comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Terra.

Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra