Souza minimiza os efeitos da altitude sentidos pelo Grêmio em Bogotá
A altitude não deve ser um problema para o Grêmio na noite desta quinta, contra o Millonarios, em Bogotá, pelas quartas de final da Copa Sul-Americana. A avaliação é do volante Souza, que assegura que nenhum integrante da delegação gaúcha, que já está desde segunda na capital colombiana, sentiu o efeito dos 2,6 mil metros acima do nível do mar.
"Sabemos que há um pouco de diferença, não muito, então temos que tocar bastante a bola para poder sentir e ter a percepção do jogo o quanto antes. Ninguém sentiu nem reclamou nada físico. A única diferença mesmo é o tempo da bola, que fica mais rápida. A gente sentiu um pouco isso, mas não é determinante. Se afetasse a parte física, aí sim seria um problema, mas está todo mundo 100%. Vamos tentar jogar com tranquilidade", entende o centromédio.
Souza disse esperar uma tentativa de pressão do Millonarios no começo do jogo, a exemplo do que tentou o Barcelona-ECU, em Guaiaquil, na fase anterior. "O Millonarios vai jogar em casa, vai ser agressivo. Temos que estar preparados para suportar a pressão. Eles tocam bem a bola, têm um coletivo bom. A gente tem que marcar todo mundo, para poder jogar também. Nossa equipe sabe se defender e sempre está fazendo um, é difícil passar em branco. Um gol nosso muda tudo e coloca a pressão sobre eles", projeta.
Nesta quinta, o Grêmio joga por um empate para chegar às semifinais da Copa Sul-Americana. Como venceu em Porto Alegre por 1 a 0, o time gaúcho pode se classificar até mesmo com uma derrota por diferença mínima, desde que marque ao menos um gol. O adversário na próxima fase será o São Paulo.