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Oposição quer Abilio Diniz ou Romário na presidência da CBF

3 mar 2017 - 10h56
(atualizado às 10h59)
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Federações e clubes do Nordeste, Sudeste e Sul do País estão se articulando para lançar um candidato de peso à sucessão de Marco Polo Del Nero na CBF. Se o dirigente não sair do cargo por causa de pendências na área criminal - ele foi indiciado em 2015 pela Justiça dos EUA por crimes de corrupção - e permanecer na presidência da entidade até a eleição de 2018, seus aliados vão ter de disputar o poder na CBF com um grupo que, hoje, poderia ter como principal nome o empresário Abilio Diniz ou o senador Romário (PSB-RJ).

O empresário Abilio Diniz e o senador e ex-jogador Romário são bem vistos pela oposição da CBF para a próxima eleição
O empresário Abilio Diniz e o senador e ex-jogador Romário são bem vistos pela oposição da CBF para a próxima eleição
Foto: Montagem/FuturaPress/Getty

Embora o mandato de Del Nero se encerre em 2019, a eleição na CBF está prevista para abril de 2018. Ele ganhou o direito ao cargo em abril de 2014, mas só tomou posse 12 meses depois.

Na avaliação de dois dirigentes de oposição, ouvidos pelo Terra e que não quiseram ser identificados, a próxima eleição na CBF vai confrontar Del Nero e seus seguidores e o grupo que está insatisfeito com o comando do futebol brasileiro. Não haveria espaço para uma terceira chapa.

Um dos empresários mais bem-sucedidos do Brasil, Abilio Diniz tem militância na vida política do São Paulo, seu clube de coração, e é muito bem avaliado pela oposição a Del Nero. O mesmo se pode dizer de Romario, principalmente por sua posição destacada em recente CPI do Futebol, no Senado, na qual foram expostas inúmeras suspeitas de transações ilícitas envolvendo a alta cúpula do futebol brasileiro.

"A intenção é ter um nome de expressão nacional, com legitimidade, contrário a tudo que vem acontecendo há anos na CBF e com uma situação financeira estabilizada. Que não precise viver do futebol. Hoje, Abilio Diniz se encaixaria muito bem nesse perfil. Romário também seria uma boa opção", disse ao Terra o presidente de uma das grandes federações de futebol do Brasil.

O grupo de oposição prefere,  por enquanto, trabalhar em silêncio.  Isso porque teme represálias da CBF, no que diz respeito à repasse de dinheiro e à arbitragem de jogos.

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Fonte: Especial para Terra
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