Trump confirma pedido à Fifa para liberar Balogun e critica Claus: "Muito suspeito"
Presidente dos EUA classifica como injusta a expulsão do atacante diante da Bósnia e consegue reverter a decisão do árbitro brasileiro
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump confirmou, nesta segunda-feira (6), que pediu à FIFA a revisão da suspensão do atacante Folarin Balogun. Após a solicitação, a entidade anulou a punição e liberou o jogador para enfrentar a Bélgica nas oitavas de final da Copa do Mundo.
Ao justificar o pedido, o presidente criticou a decisão do árbitro brasileiro Raphael Claus. Além disso, Trump afirmou que o profissional tem um histórico "suspeito", mas não apresentou detalhes sobre a acusação.
Balogun recebeu cartão vermelho na partida contra a Bósnia, válida pela segunda rodada da Copa do Mundo. Aos 18 minutos do segundo tempo, o atacante pisou no tornozelo do zagueiro Tarik Muharemović. Para Trump, no entanto, o lance não caracterizou falta.
"Eram dois grandes atletas que se enroscaram, e esse árbitro, que é um pouco suspeito, se você verificar o histórico dele… Não quero dizer isso porque não gosto de criar controvérsia, mas é muito suspeito. Se quiser, posso mostrar o histórico dele. Ele tomou uma decisão que ninguém conseguiu acreditar", afirmou.
O presidente também destacou que acompanha esportes e ressaltou a importância de Balogun para a seleção dos Estados Unidos, que tenta superar o terceiro lugar conquistado na Copa de 1930, sua melhor campanha na história. Segundo Trump, a suspensão retiraria da equipe um jogador importante de forma injusta, o que motivou o pedido de revisão à Fifa.
"Sim, pedi uma revisão à FIFA. Conversei com um homem que é altamente respeitado. E, aliás, cujo nível de respeito aumentou dez vezes. Ele já era bom antes de tudo isso começar", explicou.
Repercussão negativa
A decisão da Fifa provocou forte repercussão. Nas redes sociais, internautas classificaram a medida como "absurda" e "ridícula". A UEFA afirmou que a Fifa "cruzou uma linha vermelha", enquanto veículos da imprensa internacional descreveram o episódio com termos como "decisão surpreendente", "escândalo" e "reviravolta séria".
Por fim, a Fifa baseou a decisão no artigo 27 de seu Código Disciplinar, que permite ao órgão judicial suspender total ou parcialmente a aplicação de uma medida disciplinar durante um período probatório de um ano.
Siga nosso conteúdo nas redes sociais: Bluesky, Threads, Twitter, Instagram e Facebook.
Comentários
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.