FIFA aponta recorde bilionário de transferências em balanço após fim da janela
FIFA registra recorde no mercado de transferências de 2026, com mais de 12,5 mil negociações e R$ 50,3 bilhões gastos no futebol masculino.
A janela internacional de transferências de 2026 bateu recorde com US$ 9,89 bilhões movimentados em mais de 12,5 mil negociações, segundo a FIFA. Impulsionado pela Copa do Mundo, o mercado teve a Inglaterra como maior compradora, investindo US$ 3,02 bilhões, enquanto a França liderou a arrecadação com US$ 1,7 bilhão em vendas. No futebol feminino, o período também alcançou números inéditos, totalizando 1.406 transferências internacionais e US$ 28,6 milhões movimentados.
A janela de transferências do meio do ano de 2026 estabeleceu novos recordes no mercado internacional. Segundo balanço divulgado pela FIFA nesta quinta-feira (3), mais de US$ 9,89 bilhões (R$ 50,3 bilhões) foram gastos em taxas de transferências entre 1º de junho e 2 de setembro.
O período também registrou a maior quantidade de movimentações internacionais em uma janela de verão europeu. Mais de 12,5 mil transferências de jogadores profissionais foram contabilizadas pela entidade, considerando apenas negociações entre clubes de países diferentes.
A Copa do Mundo de 2026 também teve influência significativa no mercado. Ao todo, 267 jogadores de 47 nacionalidades que disputaram o Mundial trocaram de clube durante a janela. As negociações envolvendo esses atletas movimentaram mais de US$ 3,3 bilhões (R$ 16,8 bilhões), valor equivalente a cerca de um terço do total registrado pela FIFA no futebol masculino.
A Inglaterra liderou com ampla vantagem os gastos em contratações. Os clubes ingleses desembolsaram US$ 3,02 bilhões (R$ 15,4 bilhões) em taxas de transferências. Itália, Espanha, Alemanha e França completaram as cinco associações que mais investiram no período.
A Itália aparece na segunda posição, com US$ 1,1 bilhão (R$ 5,6 bilhões) gastos, enquanto a Espanha movimentou US$ 940 milhões (R$ 4,8 bilhões). A Alemanha registrou US$ 904 milhões (R$ 4,6 bilhões), e a França fechou a lista com US$ 641 milhões (R$ 3,3 bilhões).
Quando o levantamento considera os valores recebidos pelas vendas de jogadores, a liderança muda. A França foi a associação que mais arrecadou com transferências internacionais, com US$ 1,7 bilhão (R$ 8,7 bilhões). A Inglaterra ficou em segundo, com US$ 1,43 bilhão (R$ 7,3 bilhões).
O futebol feminino também alcançou marcas inéditas durante a janela. A FIFA registrou 1.406 transferências internacionais, que movimentaram US$ 28,6 milhões em taxas. Inglaterra, Espanha, Alemanha, Estados Unidos e Itália foram as associações que mais gastaram, enquanto a Suécia liderou entre as que mais receberam.
O balanço considera exclusivamente transferências internacionais de jogadores profissionais e utiliza a conversão dos valores para dólares de acordo com a cotação do dia em que cada operação é registrada no sistema da FIFA. Os dados completos estão disponíveis na plataforma interativa da entidade.
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