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Futebol Internacional

Campeão da Copa com a França é acusado de tráfico de pessoas e trabalho forçado, diz jornal

Lucas Hernandez, zagueiro do Paris Saint-Germain, foi denunciado por uma família colombiana

21 jan 2026 - 12h29
(atualizado às 12h31)
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Resumo
Lucas Hernandez, zagueiro do PSG e campeão mundial em 2018, foi acusado por uma família colombiana de tráfico de pessoas e trabalho forçado, alegando condições ilegais de trabalho em sua residência.
 Lucas Hernandez e sua esposa são acusados por uma família colombiana de tráfico de pessoas e trabalho forçado
Lucas Hernandez e sua esposa são acusados por uma família colombiana de tráfico de pessoas e trabalho forçado
Foto: Getty Images

Campeão mundial com a França em 2018, o zagueiro Lucas Hernandez, jogador do Paris Saint-Germain, é alvo de uma denúncia por tráfico de seres humanos e trabalho forçado, segundo informações publicadas pela revista francesa Paris Match.

A denúncia foi apresentada recentemente ao Ministério Público de Versalhes por uma família colombiana que teria saído do seu país com a promessa de uma vida melhor trabalhando para o jogador e sua companheira, Victoria Triay.

De acordo com a denúncia, um pai, a esposa e três filhos foram empregados entre setembro de 2024 e novembro de 2025 pelo casal sem qualquer vínculo legal, submetidos a jornadas exaustivas e pagos em dinheiro, sem contrato, registro social ou fiscal.

A família atuava entre 72 e 84 horas semanais como seguranças, jardineiros, empregadas domésticas, cozinheiras e babás na residência do jogador, localizada no departamento de Yvelines, nos arredores de Paris.

A advogada dos denunciantes, Lola Dubois, afirma que nenhum dos cinco trabalhadores tinha contrato formal, acesso a benefícios sociais ou férias. Os salários teriam sido pagos exclusivamente em dinheiro.

A denúncia também menciona que, em fevereiro de 2025, os trabalhadores teriam sido levados a assinar acordos de confidencialidade e recebido documentos de identidade espanhóis falsos, com o objetivo de simular uma situação legal.

Apenas em outubro de 2025, após a demissão de duas funcionárias, os contratos teriam sido produzidos retroativamente, descrevendo jornadas parciais incompatíveis com a realidade narrada.

Fonte: Portal Terra
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