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Grupo A da Copa do Mundo tem equilíbrio, fator casa e promessa de surpresas

México joga com apoio da torcida, enquanto Coreia do Sul, República Tcheca e África do Sul brigam por classificação em chave aberta

2 abr 2026 - 07h03
(atualizado às 07h30)
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Jogando em casa, o México aparece como principal candidato à liderança do grupo
Jogando em casa, o México aparece como principal candidato à liderança do grupo
Foto: Esporte News Mundo

O Grupo A da Copa do Mundo de 2026, disputado entre os dias 11 e 24 de junho, reúne um cenário que mistura tradição, equilíbrio técnico e potencial para surpresas.

Com México, África do Sul, Coreia do Sul e República Tcheca, a chave não apresenta um favorito absoluto, mas traz um leve protagonismo dos anfitriões.

Além das duas vagas diretas ao mata-mata, o grupo também pode classificar um terceiro colocado, o que aumenta ainda mais a competitividade em uma disputa que tende a ser decidida nos detalhes.

México aposta na força como anfitrião

Jogando em casa, o México aparece como principal candidato à liderança do grupo.

Atual 15º no ranking da Fifa, a seleção chega embalada por uma sequência consistente de amistosos, incluindo empate com Portugal e Bélgica e vitória convincente sobre a Islândia.

Com nomes como Julián Quiñones, Raúl Jiménez e Alexis Vega, os mexicanos contam com um ataque versátil e experiente, e o fator casa, especialmente com jogos no tradicional Estádio Azteca, pode ser decisivo para transformar o bom momento em classificação.

Historicamente, o México costuma ser competitivo em Copas, mas tem como barreira recorrente as oitavas de final. Agora, tenta dar um passo além diante de sua torcida.

Coreia do Sul busca recuperação e protagonismo

A Coreia do Sul chega como uma das forças asiáticas mais respeitadas, mas com desempenho recente que acende um sinal de alerta. Derrotas em amistosos recentes mostram um time ainda em busca de regularidade.

Liderados por Son Heung-min, os sul-coreanos contam ainda com peças importantes como Kim Min-jae e Lee Kang-in, e tenta reviver o espírito da histórica campanha de 2002, quando alcançou o quarto lugar.

O duelo contra o México pode ser determinante para definir o rumo da seleção no grupo.

República Tcheca aposta na organização europeia

A República Tcheca chega ao Mundial após passar pela repescagem europeia, demonstrando resiliência em jogos decisivos.

Embora não figure entre as principais potências do continente, o time aposta na disciplina tática e em um elenco equilibrado.

O destaque fica por conta de Patrik Schick, referência ofensiva, além de meias criativos como Pavel Šulc e Václav Černý. A equipe tende a ser competitiva, especialmente em confrontos diretos, o que pode colocá-la na briga por uma das vagas.

O confronto contra o México, inédito na história, também pode ser um dos pontos-chave da campanha.

África do Sul tenta surpreender

Correndo por fora, a África do Sul chega como a seleção de menor ranking do grupo, mas com a ambição de surpreender.

Classificada como líder de seu grupo nas eliminatórias africanas, a equipe ainda busca maior consistência, especialmente após resultados irregulares em amistosos recentes.

Com jogadores como Lyle Foster e Gift Links, os sul-africanos tentam compensar a diferença técnica com intensidade e organização.

A estreia contra o México, repetindo o duelo de abertura da Copa de 2010, pode ser determinante para suas pretensões.

Jogos e caminhos do grupo

A abertura será justamente entre México e África do Sul, no dia 11 de junho, no Estádio Azteca, exatamente 16 anos após o empate entre as seleções na Copa de 2010. No mesmo dia, Coreia do Sul e República Tcheca se enfrentam.

A segunda rodada traz confrontos que podem encaminhar classificações, com destaque para México x Coreia do Sul, além de África do Sul x República Tcheca.

Já a rodada final promete emoção simultânea, com todos os times ainda com chances, dependendo dos resultados anteriores. No mesmo horário, enfrentam-se México x República Tcheca e África do Sul x Coreia do Sul.

Pitaco

O México larga na frente pelo fator casa e pela consistência recente, sendo o principal candidato à liderança do grupo. A segunda vaga deve ficar entre Coreia do Sul e República Tcheca, em uma disputa equilibrada que pode ser decidida no saldo de gols ou no confronto direto.

A África do Sul aparece como azarão, mas não pode ser descartada em um grupo sem grande disparidade.

Palpite: México em 1º, Coreia do Sul em 2º e República Tcheca brigando por uma vaga como melhor terceira colocada.

Esporte News Mundo
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