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Fluminense pode entrar em lista curiosa de campeões da Libertadores; entenda

Tricolor pode alcançar uma marca estatística caso conquiste o bicampeonato continental

17 set 2026 - 11h43
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Resumo
O Fluminense avançou à semifinal da Libertadores ao superar o Platense no agregado por 3 a 2 e enfrentará o Palmeiras. Com apenas 43,33% de aproveitamento em dez jogos, o Tricolor pode ser campeão com um dos menores índices da história caso conquiste o título, marca que hoje pertence à LDU, campeã com 47,6% em 2008. Esse número, no entanto, ainda pode mudar dependendo dos resultados da equipe nos confrontos restantes da competição continental.

O Fluminense garantiu presença na semifinal da Copa Libertadores da América e agora pode acrescentar um capítulo curioso à história do torneio. Com dez partidas disputadas, o Tricolor soma três vitórias, quatro empates, três derrotas e um aproveitamento de 43,33%.

Foto: Marcelo Gonçalves/ Fluminense
Foto: Marcelo Gonçalves/ Fluminense
Foto: Marcelo Gonçalves/ Fluminense / RTI Esporte

A classificação veio diante do Platense, da Argentina. Depois de vencer o primeiro confronto por 2 a 0, no Estádio do Maracanã, o Fluminense perdeu por 2 a 1 na partida de volta, mas avançou com o placar agregado de 3 a 2.

O desempenho coloca o time comandado pelo técnico Marcão em uma situação curiosa: se conquistar o bicampeonato, poderá entrar na lista de campeões com menor aproveitamento da Copa Libertadores da América.

A referência é a LDU

Atualmente, o menor aproveitamento de um campeão da Copa Libertadores da América pertence à LDU. Em 2008, o clube equatoriano conquistou o título com 47,6% dos pontos disputados, após registrar cinco vitórias, cinco empates e quatro derrotas.

O Fluminense chega à semifinal com índice inferior ao da LDU, mas ainda terá jogos para elevar seu aproveitamento. Por isso, a comparação só poderá ser feita de forma definitiva após o fim da campanha na Copa Libertadores da América.

Como o Fluminense chegou à semifinal?

O caminho do Fluminense até os quatro melhores foi marcado por decisões apertadas. O clube precisou superar o Independiente Rivadavia, da Argentina, nas oitavas de final depois de dois empates e avançou nos pênaltis.

Nas quartas, a equipe voltou a construir vantagem no primeiro jogo. A vitória por 2 a 0 sobre o Platense deu ao Tricolor uma margem importante para a partida de volta. Na Argentina, entretanto, o time sofreu e perdeu por 2 a 1.

O resultado não foi suficiente para alterar a classificação, que terminou com 3 a 2 no placar agregado. Essa sequência ajuda a explicar o aproveitamento atual. O Fluminense acumulou poucos triunfos, mas conseguiu avançar nas eliminatórias quando necessário.

Marca ainda pode mudar

Os 43,33% ainda não representam o aproveitamento final do Fluminense. O Tricolor terá pela frente a semifinal e, se avançar, a decisão, resultados que definirão seu índice ao fim da Copa Libertadores da América.

O cenário para o Tricolor das Laranjeiras também pode envolver disputas por pênaltis. Nesse caso, a classificação não necessariamente corresponde a uma vitória no tempo regulamentar para fins de cálculo estatístico.

Palmeiras será o próximo adversário

O Fluminense terá o Palmeiras pela frente na semifinal. O time paulista eliminou a LDU nos pênaltis depois de um confronto equilibrado e garantiu presença entre os quatro melhores. A semifinal colocará frente a frente dois clubes brasileiros em busca de uma vaga na decisão.

Além do bicampeonato, o Fluminense pode terminar a Copa Libertadores da América entre os campeões com menor aproveitamento da história. A marca só será confirmada após o último jogo da campanha de 2026.

RTI Esporte
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